Planos de saúde ganham 120 mil beneficiários na região Nordeste durante a pandemia

Análise feita pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) mostra que os planos ganharam mais de 120,2 mil beneficiários na região entre junho de 2020 e março de 2021.
Análise feita pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) mostra que os planos ganharam mais de 120,2 mil beneficiários na região entre junho de 2020 e março de 2021.

O comportamento da sociedade durante a pandemia vem mudando bastante, diante das necessidades e das incertezas em relação à crise econômica e sanitária que o país vive. Um dos comportamentos identificados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi o aumento na procura por planos de saúde, após o início da pandemia da covid-19.

Os dados da ANS apontaram que, nos últimos nove meses, as concessionárias de planos de saúde receberam 1,3 milhões de novos beneficiários. Em junho, o sistema de planos de saúde contabilizava 46,7 milhões de beneficiários, o patamar mais baixo de 2020. Em março deste ano, o número chegou a 48 milhões.

A região que apresentou o maior índice de adesão aos planos de saúde foi a Nordeste, tendo os estados do Rio Grande do Norte, Piauí e Paraíba como os principais contratantes dos planos. Análise feita pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) mostra que os planos ganharam mais de 120,2 mil beneficiários na região entre junho de 2020 e março de 2021.

De acordo com a análise da FenaSaúde, o Rio Grande do Norte foi o segundo Estado com maior ganho em todo o país. São 33,3 mil novas adesões de potiguares desde junho de 2020, resultando em um crescimento de 6,14%. Agora são 542,5 mil pessoas com planos de saúde no Estado, o que corresponde a 15,47% da população local. Com isso, o Rio Grande do Norte ficou atrás apenas do Amazonas (6,96%) nesse crescimento nos últimos nove meses.

O Brasil ganhou quase 1,3 milhão de beneficiários de planos de saúde entre junho de 2020 e março de 2021, e a maior expansão de beneficiários se deu nas carteiras de planos coletivos (empresariais e por adesão), saindo de 37,7 milhões para 38,9 milhões (+3,19%). Nos planos individuais a variação foi de 0,60%, uma pequena alta de 9,013 milhões para 9,067 milhões de pessoas.

 

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