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Consumo volta a crescer e venda de consórcios bate recorde histórico

Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, a ABAC, esse aumento na aquisição de cotas de consórcios se relaciona à reavaliação de prioridades por parte dos consumidores e a um novo hábito de controle orçamentário
Foto: Pexels/Joslyn Pickens)

Menos viagens, menos visitas a restaurantes, novos modelos de trabalho (incluindo home office) e mais compras online. As mudanças de comportamento impostas pelos últimos 15 meses de pandemia foram inúmeras e fizeram muita gente repensar prioridades. 

Ainda assim, apesar do ano ter sido marcado por todo tipo de incertezas e desafios, o consumo das famílias tem dado sinais de recuperação. De acordo com estudo divulgado em junho pelo IPC Maps 2021, a previsão é que o consumo familiar brasileiro movimente cerca de R$ 5,1 trilhões ainda neste ano — o que representa um aumento de 3,7% em relação a 2020, a uma taxa também positiva de 3,17% do PIB.

Um dos setores que lidera esta recuperação, alcançando recorde nas vendas, é o de consórcios. Em 2021, o sistema alcançou a marca histórica de 8 milhões de consorciados ativos em todo o país, com um crescimento de 31% nas vendas de cotas entre todos os segmentos. 

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Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, a ABAC, esse aumento na aquisição de cotas de consórcios se relaciona à reavaliação de prioridades por parte dos consumidores e a um novo hábito de controle orçamentário, em que compras e despesas são planejadas conjuntamente em família. 

Como períodos de pandemia e grandes momentos históricos tendem a colocar em perspectiva necessidades reais de consumo, boa parte dos consumidores passa a preferir poupar ou investir seus recursos para a formação ou ampliação de patrimônios, em detrimento das compras realizadas por impulso.

Atentas ao cenário de recuperação socioeconômica neste segundo momento da pandemia, algumas empresas oferecem alternativas importantes a consumidores que buscam maneiras de se reestruturar financeiramente. Este é o caso do BomConsórcio, fintech especializada na realocação de cotas de consórcios. 

Historicamente, consorciados que por qualquer razão perdiam a capacidade de pagamento e se viam obrigados a desistir das suas cotas só poderiam recuperar o valor investido caso fossem sorteados em uma das assembleias mensais da Administradora ou ao final do período originalmente contratado – que podia ser de meses ou anos. 

Graças à operação montada pela empresa em parceria com Administradoras e veículos de investimento, os consorciados hoje têm a opção de receber de volta em poucos dias o dinheiro pago, com taxas justas e total segurança. “Somos uma empresa de impacto, certificada pelo Sistema B. Isso significa que nosso modelo de atuação prioriza a implementação de alternativas que melhor contribuam para a inclusão econômica, o bem-estar das pessoas”, diz Jorge Freire, CEO do BomConsórcio.

Até então, mais de 30 mil famílias já foram beneficiadas pela operação em todo o país, e mais de 80 mil encontram-se em negociação. “No início da pandemia, identificamos que 65% das pessoas que vendiam as suas cotas canceladas de consórcio o faziam para amortizar outras dívidas”, diz Freire.

Ele ressaltou que nos últimos meses este índice tem diminuído gradativamente nas pesquisas realizadas, dando espaço para o uso do dinheiro recuperado em investimentos e poupança, incluindo a aquisição de novas cotas de consórcio. “Nossas sondagens mais recentes revelam que 75% dos consorciados desistentes atendidos se dizem mais confiantes em adquirir novas cotas, sabendo que, caso haja algum imprevisto, eles têm a opção de recuperar rapidamente o dinheiro pago. E muitos o fazem, voltando ao sistema e retomando seus planos rapidamente”, finaliza. 

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