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Comitiva da Federação das Indústrias do Estado da Bahia visita ZPE no Complexo Portuário do Pecém

comitiva, representada por Leone Andrade, Diretor de Tecnologia e Inovação (SENAI-BA/CIMATEC); Carlos Danilo Peres Almeida, Superintendente de Desenvolvimento Industrial; Luís Breda, Diretor de Operações; Miguel Andrade, Gerente Executivo; José Luís, Gerente Executivo; Danilo Peres Almeida, Especialista em Desenvolvimento Industria; Ataíde Lima de Oliveira, Diretor Financeiro e de Administração da Bahia Investe, e do Secretário de Desenvolvimento do Estado da Bahia, Paulo Guimarães, e acompanhada por Sérgio Lopes, Superintendente de Relações Institucionais da FIEC
comitiva, representada por Leone Andrade, Diretor de Tecnologia e Inovação (SENAI-BA/CIMATEC); Carlos Danilo Peres Almeida, Superintendente de Desenvolvimento Industrial; Luís Breda, Diretor de Operações; Miguel Andrade, Gerente Executivo; José Luís, Gerente Executivo; Danilo Peres Almeida, Especialista em Desenvolvimento Industria; Ataíde Lima de Oliveira, Diretor Financeiro e de Administração da Bahia Investe, e do Secretário de Desenvolvimento do Estado da Bahia, Paulo Guimarães, e acompanhada por Sérgio Lopes, Superintendente de Relações Institucionais da Fiec. (Foto: Fiec)

O Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará, Ricardo Cavalcante, recebeu comitiva da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, além de Paulo Guimarães, Superintendente da Secretaria de Desenvolvimento do Estado da Bahia, quando apresentou as oportunidades do Observatório da Indústria, do Projeto do Hidrogênio Verde, além dos serviços do Atlas Eólico & Solar do Ceará. 

A ideia foi compartilhar ações que venham fortalecer a indústria e o desenvolvimento econômico regional. Sobre o encontro, Paulo Guimarães, Superintendente da Secretaria de Desenvolvimento do Estado da Bahia disse que os trabalhos desenvolvidos pela FIEC são excepcionais e tem muito a contribuir. 

“Do ponto de vista regional, a experiência de vocês é importantíssima para uma integração e desenvolvimento do Nordeste. Já existe hoje uma união entre as Federações das Indústrias dessa região, entre os governos do estado, mas ainda é preciso que o Consórcio Nordeste e a Associação Nordeste Forte agreguem essas ações de forma que trabalhos como esse sejam políticas de governo, para que o Nordeste inteiro aproveite as diversas oportunidades de desenvolvimento”, declarou Paulo Guimarães.

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Já Leone Andrade, Diretor de Tecnologia e Inovação (SENAI-BA/CIMATEC), contou que os assuntos abordados são de interesses para a Federação das Indústrias da Bahia e o Governo do Estado baiano. Reforçou ainda a vontade de ampliar os conhecimentos, vinculados ao Observatório da Indústria, Hub de H2V, que considera um trabalho fantástico que o Ceará vem liderando, e ainda citou o desejo de conhecer mais sobre o Complexo Portuário do Pecém.

Após o encontro na Casa da Indústria, a Comitiva baiana se reuniu o Secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Estado do Ceará, Maia Júnior, quando dialogaram sobre políticas estratégicas para geração de emprego e renda, o hub do hidrogênio verde, entre outras ações.

“O Observatório da Indústria serve tanto à FIEC, quanto aos nossos empresários.  Temos mostrado para eles o que está acontecendo no mundo e entregando informações estratégicas para que possam desenvolver as políticas estratégicas necessárias para o crescimento de suas indústrias”, afirmou o Presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, durante a apresentação do Centro de Dados.

A ferramenta atua com tecnologia de ponta e inteligência artificial, possibilitando a construção de levantamentos e cruzamentos de dados, criação de cenários, acesso a informações estratégicas atualizadas 24 horas, trabalho de prospecção via algoritmos, previsibilidade de faturamentos, atração de investidores, entre outros.

Realiza ainda coleta, tratamento, produção e difusão de conhecimento especializado e a criação de ambientes capazes de fortalecer o empreendedorismo, a inovação e a sustentabilidade, permitindo a interação, aproveitamento de oportunidades e geração de negócios.

Outra oportunidade compartilhada foi a do Hidrogênio Verde, que se apresenta como solução para diversos países ricos que desejam mudar suas fontes energéticas, se alinhando ao acordo de Paris, descarbonizando grande parte do sistema energético em seus territórios.

O Nordeste brasileiro é tido como um dos principais locais do mundo para produção dessa energia, pelo seu alto potencial energético solar e eólico, fundamental para a sustentabilidade da produção do H2V. Isso possibilita uma série de oportunidades locais para o crescimento da indústria da região.

Único atlas híbrido do Brasil, o trabalho tem informações técnicas direcionadas ao setor energético renovável, identificando áreas com potencial para investir no Estado do Ceará.

O Atlas Eólico e Solar conta com diversos formatos, entre impresso, e-book, pdf e do mapa de parede. É um produto bilíngue e possui ainda o mapa híbrido eólico e solar, o mapa eólico offshore, tudo com muita interatividade. A ferramenta possibilita também consulta dos dados na internet ou em aplicativo para smartphone e disponibiliza simulador para geração distribuída.

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