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Luiza Trajano é a única brasileira na lista de mulheres mais influentes da Financial Times

Luiza Trajano - Presidente do Conselho Administrativo da rede varejista Magazine Luiza. ( Reprodução/Instagram )
Luiza Trajano - Presidente do Conselho Administrativo da rede varejista Magazine Luiza. ( Reprodução/Instagram )

O jornal Financial Times anunciou sua lista das 25 mulheres mais influentes do mundo e entre elas está Luiza Trajano, empresária e presidente do conselho de administração do Magazine Luiza. A seleção contempla desde a presidente da Câmara dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, até a cineastra chinesa que ganhou o Oscar de melhor direção em 2021, Chloé Zhao.

Trajano é definida, por Gillian Tett, jornalista britânica do Financial Times, como uma das mulheres de negócios mais notáveis do Brasil. “Ela acredita piamente no dever de dar o exemplo em questões sociais e defende a igualdade de gênero e raça com paixão”, escreveu Gillian. Ela é a única brasileira a contemplar a lista.

Ela atribui seu sucesso a uma “empatia natural com funcionários e clientes e ainda viaja constantemente pelo vasto território brasileiro, visitando lojas, ouvindo as preocupações dos funcionários e oferecendo conselhos sobre como construir carreiras”, escreveu a jornalista.

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“Sua liderança social levou algumas pessoas a dizerem que ela seria uma grande presidente, mas Trajano não quer saber disso”, disse Gillian. Ao Financial Times, Trajano afirmou que acredita “na transformação do país por meio de uma sociedade civil organizada e determinada”.

A Forbes estima que a fortuna de Trajano está em torno de US$ 1,5 bilhão. Segundo a publicação, o Magazine Luiza está avaliado em mais de US$ 10 bilhões e emprega mais de 40 mil funcionários.

A seleção de mulheres é feita anualmente pela revista com o objetivo de anunciar as conquistas femininas pelo mundo. Neste ano, as biografias, que costumam ser escritas por diferentes celebridades, foram feitas por Jane Fraser, Christine Lagarde, Elizabeth Warren, Billie Jean King, Malala e Greta Thunberg.

Fonte: CNN Brasil

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