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Fortaleza registrou aumento do índice de consumo

O setor de vestuário vem demonstrando uma capacidade de recuperação consistente, após amargar um dos piores resultados em 2020. Foto de Angela Roma no Pexels
O setor de vestuário vem demonstrando uma capacidade de recuperação consistente, após amargar um dos piores resultados em 2020. Foto de Angela Roma no Pexels

A instabilidade econômica gerada pela crise sanitária ainda é sentida em todo o país, diante do aumento no preço de matérias-primas, de insumos alimentares, dos combustíveis, entre outros produtos. Apesar desse cenário, pesquisas apontam uma retomada crescente do consumo nas principais praças nacionais.

A empresa de inteligência geográfica chamada Geofusion realizou uma pesquisa recente e constatou que as oito maiores capitais do país já registram aumento no consumo da população. As capitais indicadas na pesquisa são: Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba e Manaus. A pesquisa foi feita com base nas categorias de consumo: higiene e cuidados pessoais; vestuário; e joias e bijuterias.

O setor de vestuário vem demonstrando uma capacidade de recuperação consistente, após amargar um dos piores resultados em 2020. A intenção de compras cresceu de forma equânime nas cidades pesquisadas: 67%. O salto, em valores absolutos, foi de aproximadamente R$ 49,70 bilhões (2020) para R$ 82,80 bi (2021).

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As variações recaem sobre as classes sociais que têm ido às compras. Em São Paulo (40%), Rio de Janeiro (41%) e Brasília (56%) são as cidades em que a classe A mais consome esses produtos. Já em Manaus, as famílias de classe A respondem por 8% das compras; Salvador, 22%, Fortaleza, 24%; Belo Horizonte, 25%, e Curitiba, 33%.

O setor de joias e bijuterias também demonstra resultado positivo. A recuperação registrada é superior a 50% em algumas cidades, saindo de R$ 5,40 bi, no passado, para R$ 8,10 bi, em 2021. São Paulo, Curitiba e Salvador tiveram aumento de consumo de 51%.

A classe A é a que mais consome esses itens, e as cidades com maior concentração dessas compras pelos mais ricos são Brasília (71%), São Paulo (67%) e Rio de Janeiro (56%). O consumo de produtos de higiene e cuidados pessoais subiu 6% no período mais crítico da crise sanitária.

Em valores, o setor registrou crescimento este ano em relação a 2020. Respectivamente, R$ 145,30 bilhões contra R$ 122,60 bi. Esses produtos tiveram aumento da procura em todas as capitais pesquisadas: Belo Horizonte, Fortaleza e Brasília (19%), São Paulo, Manaus e Curitiba, Salvador e Rio (18%).

O consumo de higiene e cuidados pessoais não parou de crescer desde 2018, ou seja, não caiu na pandemia, mesmo com as pessoas dentro de casa. Já o de vestuário sofreu um forte tombo em 2020 e sua recuperação está vigorosa, provavelmente pelo retorno dos eventos sociais e trabalho presencial, mas apenas conseguiu voltar ao que era em 2018. E o consumo de joias e bijuterias, para o qual se esperaria uma queda maior do que a do vestuário, surpreendeu.

“Caiu quatro vezes menos que o potencial de vestuário (2020×2019) e agora tem um forte crescimento em 2021, com um volume 42% superior a 2018”, coloca Susana Figoli, diretora de Inteligência de Mercado na empresa especialista em inteligência geográfica.

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