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Baixo resultado prevalece na Indústrias de Materiais de Construção em agosto

(Foto: Rodolfo Quirós/Pexels)

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga nessa sexta-feira, 02, a nova edição do Termômetro da Indústria de Materiais de Construção. A pesquisa de opinião realizada com as lideranças do setor indica que as empresas associadas seguem divididas em relação aos resultados em agosto. Para 37% dos associados da instituição o mês apresentará resultado bom e 48% apontam o período como regular.

Já para setembro a expectativa é que o otimismo cresça, com 48% das empresas associadas estimando resultado bom, e 4% muito bom. A pesquisa também apresenta os dados consolidados de julho de 2022, indicando que o mês foi de resultados negativos no setor. Para apenas 26% dos associados julho trouxe resultados bons, ante 41% considerando regular, e para 26% ruim.

O Termômetro da ABRAMAT também traz informações acerca do nível de utilização da capacidade instalada da indústria de materiais. Em agosto, a utilização da capacidade industrial foi de 74%, na média das empresas associadas, 2 pontos percentuais abaixo em relação a julho de 2022, e apresentando 4 pontos percentuais a menos do que em agosto de 2021.

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As pretensões de investimento em agosto de 2022 também apresentam leve queda, com redução de 1 ponto percentual em relação ao mês anterior, refletindo a incerteza sobre a retomada dos investimentos projetados para este ano, com 74% das indústrias de materiais indicando que devem investir nos próximos 12 meses seja para aumento da capacidade produtiva, seja na modernização dos meios de produção. Em agosto do ano passado, este indicador era de 70%.

“A pesquisa da ABRAMAT mostra que há uma expectativa por melhoria nas vendas para os últimos meses do ano, reforçando o sentimento de otimismo moderado, porém cauteloso em função das muitas externalidades enfrentadas, entre nossos associados. O auxílio emergencial, redução no preço de combustíveis, e dados macroeconômicos atuais como inflação em queda, crescimento do PIB e geração de empregos são fatores que contribuem para o aumento do otimismo em setembro”, explica Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT.

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