Uso de cheque cai 93% desde 1995

O cheque continua sendo utilizado para a realização de pagamentos, apesar de ter perdido espaço para outros formatos, principalmente os digitais. Segundo a Compe (Serviço de Compensação de Cheques), a produção e uso de cheques está em declínio desde 1995. De lá pra cá, a queda já acumula 93%.

A criação do mobile banking e do Pix, frutos do avanço da tecnologia, são apontados como responsáveis pelo resultado. Em 2021, o número de cheques compensados no Brasil registrou queda de 23,7%, passando de 287 milhões para 218,9 milhões no comparativo com 2020, quando surgiu o Pix.

“As pessoas optam cada vez mais por meios digitais de pagamento. O cheque é mais usado para transações de valores altos, já as operações de menores do dia-a-dia, em geral, são feitas com o Pix”, afirma Samuel Ferreira, CEO da Meep, empresa de soluções em meios de pagamento.

Para o especialista, o desenvolvimento de novas estratégias e tecnologias são sempre bem-vindas. “Com tantas facilidades digitais disponíveis hoje, o público tende a deixar antigos hábitos de lado, para aderir a soluções mais práticas, inovadoras e, sobretudo, seguras”, conclui.

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