Pesquisar
Close this search box.
Publicidade
Publicidade
X
Publicidade
X

Veja como o “novo agro” está investindo em pesticidas naturais para evitar perdas bilionárias

Segundo o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), o uso de bioinsumos no controle biológico de pragas e no sequestro de nutrientes vegetais representa uma economia de US$ 13 bilhões anuais para o setor agrícola. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostra que o Brasil é líder mundial nesse segmento, mas ainda tem grande potencial para ampliar o uso dessas tecnologias. Nesse contexto, a brasileira Decoy tem se destacado internacionalmente ao oferecer soluções sustentáveis para preservar a saúde animal e contribuir para o crescimento do rebanho.

A linha de atuação da marca se dá pelo cultivo dos esporos de fungos, que são inimigos naturais dos carrapatos-de-boi, os principais transmissores de doenças comuns no campo. O tratamento é realizado por pulverização e os produtos podem ser aplicados tanto na pastagem quanto sobre os animais. Quando entram em contato com os agentes, os esporos germinam, invadem seus corpos e os matam.

Os benefícios desse tipo de solução são inúmeros, como a redução e o controle do parasita, diminuição do acometimento de doenças que o mesmo traz ao rebanho, menos gastos com veterinários e o constante aumento produtivo e reprodutivo. “Estamos falando de um método sustentável, que não causará intoxicações no gado ou nos colaboradores que aplicam o tratamento”, diz Manuela Ricci Lopes, Médica Veterinária e Customer Success da Decoy. “A tecnologia também não possui período de carência, ou seja, não há descarte de leite ou carne enquanto utilizada”, completa.

Publicidade

Segundo a especialista, outro grande mérito dos bioinsumos é atuar em todas as fases de vida do carrapato, desde ovos, larvas e também nas fases adultas. “Os fungos ácaropatogênicos são específicos para o transmissor. Portanto, as infestações dos carrapatos são contidas e os animais ficam mais protegidos de doenças frequentes na pecuária, como a Tristeza Parasitária Bovina (TPB) e a Babesia bovis”, explica.

Para demonstrar a gravidade desses problemas, Lopes toma como exemplo a TPB, que traz para o gado um quadro clínico de febre, letargia, apatia, desidratação, alteração das mucosas e perda de apetite e de peso. “É uma doença que eleva os custos da propriedade com o tratamento do animal infectado e gera prejuízos pela deficiência reprodutiva e alimentar, além de levar a óbito em casos mais graves”, reforça.

Ainda vale destacar que os carrapatos são responsáveis por outros danos aos rebanhos de forma indireta. Um deles é a chamada bicheira, que é o ovo de larva da mosca Cochliomyia hominivorax, o qual se reproduz em feridas abertas. “Este é um problema que diminui a imunidade do animal, podendo causar estresse e dor”, pontua. “Dessa forma, o bovino fica debilitado, diminuindo o ganho de peso, resultando em queda na produtividade”, finaliza Manuela.

conteúdo patrocinado

MAIS LIDAS

conteúdo patrocinado
conteúdo patrocinado