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Economia do Distrito Federal registra crescimento pela sexta vez consecutiva

(Foto: PixabayPexels)

O Instituto de Pesquisas e Estatísticas do Distrito Federal (IPEDF) divulgou o Boletim Econômico referente ao terceiro trimestre deste ano que analisa a atividade econômica, inflação e o mercado de trabalho brasiliense. Além disso, foi apresentada uma proposta metodológica para a evolução trimestral do Produto Interno Bruto (PIB-DF), com procedimentos de cálculo e métodos de gerenciamento de dados.

A economia da capital federal cresceu 4,2% no terceiro trimestre de 2022 em relação ao mesmo trimestre de 2021, segundo dados do PIB-DF. O resultado é a sexta alta consecutiva e a melhor para um terceiro trimestre desde o início da série histórica. Pelo quarto período consecutivo, o percentual registrado no trimestre foi superior à média nacional (3,6%) em volume de produção. No acumulado anual, o crescimento da economia provincial foi o maior da série histórica (4,3%), enquanto o país registrou alta de 3%.

Setores

O desempenho econômico do Distrito Federal no terceiro trimestre de 2022 é resultado das contribuições positivas de todos os principais setores produtivos, com destaque para a agricultura (28%). A indústria (9,2%) e serviços (3,7%) também cresceram. No acumulado de outubro de 2021 a setembro de 2022, a indústria teve predominância no setor (10,5%), seguida pela agropecuária (7,7%) e serviços (3,8%).

O setor de Serviços representa a quase totalidade da economia distrital (95,7%). O resultado positivo no terceiro trimestre de 2022 reflete o crescimento em todos os segmentos do setor, com destaque para informação e comunicação (37,6%), artes e cultura (19,9%) e transportes (13,7%). Na indústria, os segmentos que se destacaram são indústrias extrativas (11,5%) e construção (15,6%). Este último merece destaque por ser intensivo em mão de obra, refletindo positivamente sobre o mercado de trabalho local.

A criação de um indicador trimestral do PIB-DF, compatível com o Sistema de Contas Regionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), possibilitará melhor comparação da economia local com a nacional e, porventura, de outras unidades federativas.

Em relação ao desempenho dos segmentos no acumulado anual, destaca-se o crescimento observado em informação e comunicação (31,2%), serviços domésticos (24%) e transportes (14,3%), nos serviços; e da construção (17,7%), que apresentou a maior alta no período e é a atividade de maior peso na indústria. Por outro lado, os segmentos de comércio (-0,2%) e atividades imobiliárias (-1,3%), nos serviços, registraram variações negativas. Nas atividades industriais, não houve retração acumulada em nenhum dos segmentos.

*Com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal

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