Em novembro, indústria recua em seis dos 15 locais pesquisados

Com a variação negativa de 0,1% da indústria nacional, em novembro de 2022, na série com ajuste sazonal, seis dos 15 locais pesquisados pelo IBGE apresentaram taxas negativas, sendo a mais intensa no Pará (-5,2%). Os demais recuos foram em Pernambuco (-2,0%), Rio Grande do Sul (-1,3%), Região Nordeste (-1,3%), Rio de Janeiro (-0,9%) e Goiás (-0,3%).

Paraná (8,5%) e Espírito Santo (7,6%) tiveram as maiores altas em novembro, com Ceará (4,3%), Mato Grosso (3,8%), Bahia (3,5%), São Paulo (3,1%), Minas Gerais (2,2%), Santa Catarina (0,3%) e Amazonas (0,1%) a seguir.

Frente a novembro de 2021, a indústria cresceu 0,9%, com taxas positivas em cinco dos 15 locais pesquisados. A média móvel trimestral (-0,2%) recuou em 12 dos 15 locais.

O acumulado no ano, em relação a 2021, foi negativo em oito dos 15 locais, destacando-se o Pará (-8,9%) e o Espírito Santo (-7,2%). Já o acumulado em 12 meses teve taxas negativas em nove dos 15 locais pesquisados.

Na série livre de influências sazonais, seis dos quinze locais pesquisados mostraram taxas negativas, com destaque para o Pará (-5,2%), que eliminou o avanço de 5,0% registrado no mês anterior. Pernambuco (-2,0%), Rio Grande do Sul (-1,3%), Região Nordeste (-1,3%), Rio de Janeiro (-0,9%) e Goiás (-0,3%) também registraram taxas negativas em novembro.

Por outro lado, Paraná (8,5%) e Espírito Santo (7,6%) apresentaram os índices de crescimento mais expressivos nesse mês, com ambos interrompendo cinco meses consecutivos de recuo na produção, período em que acumularam perdas de 16,3% e de 20,6%, respectivamente. Ceará (4,3%), Mato Grosso (3,8%), Bahia (3,5%), São Paulo (3,1%), Minas Gerais (2,2%), Santa Catarina (0,3%) e Amazonas (0,1%) mostraram os demais resultados positivos do mês.

A média móvel trimestral foi de -0,2% no trimestre encerrado em novembro de 2022 frente ao nível do mês anterior, após também recuar em outubro (-0,4%), setembro (-0,3%) e agosto (-0,2%) de 2022. Na série com ajuste sazonal, houve taxas negativas em doze dos 15 locais pesquisados, com destaque para Amazonas (-3,8%), Mato Grosso (-3,0%), Santa Catarina (-2,1%), Região Nordeste (-1,9%), Paraná (-1,8%), Ceará (-1,6%) e Pará (-1,4%). Por outro lado, Minas Gerais (0,9%) e São Paulo (0,2%) mostraram os avanços em novembro de 2022.

Na comparação com novembro de 2021, o setor industrial nacional avançou 0,9% em novembro de 2022, com cinco dos 15 locais pesquisados apontando resultados positivos. Vale citar que novembro de 2022 (20 dias) teve o mesmo número de dias úteis do que igual mês do ano anterior (20). Nesse mês, São Paulo (7,3%) e Rio de Janeiro (6,0%) assinalaram as expansões mais acentuadas. Minas Gerais (4,7%), Goiás (4,2%) e Amazonas (1,8%) também registraram taxas positivas mais elevadas do que a média nacional (0,9%).

Por outro lado, Pará (-16,5%), Espírito Santo (-12,2%) e Paraná (-9,8%) apontaram as reduções mais elevadas em novembro de 2022.

No acumulado do ano de 2022, frente a igual período de 2021, a redução verificada na produção nacional alcançou oito dos 15 locais pesquisados, com destaque para Pará (-8,9%) e Espírito Santo (-7,2%). Ceará (-5,0%), Santa Catarina (-4,2%), Paraná (-3,8%), Pernambuco (-2,3%) e Minas Gerais (-0,9%) também registraram taxas negativas mais elevadas do que a média nacional (-0,6%), enquanto a Região Nordeste (-0,5%) completou o conjunto de locais com recuo na produção no índice acumulado no ano.

Já Mato Grosso (21,3%) teve o avanço mais elevado no índice acumulado do ano. Rio de Janeiro (4,4%), Amazonas (4,2%), Bahia (3,4%), Goiás (2,2%), Rio Grande do Sul (1,1%) e São Paulo (0,1%) mostraram as demais taxas positivas no período.

O acumulado dos últimos 12 meses, ao recuar 1,0% em novembro de 2022, reduziu a intensidade de perda frente ao verificado nos meses de outubro (-1,4%), setembro (-2,3%), agosto (-2,7%) e julho (-3,0%) de 2022. Nove dos 15 locais pesquisados registraram taxas negativas em novembro de 2022, mas nove apontaram maior dinamismo frente aos índices de outubro de 2022.

Amazonas (de 2,6% para 4,1%), São Paulo (de -1,7% para -0,4%), Bahia (de 1,1% para 2,2%) e Goiás (de 2,0% para 2,6%) mostraram os principais ganhos entre outubro e novembro de 2022, enquanto Mato Grosso (de 25,0% para 21,6%), Pará (de -7,4% para -8,9%), Paraná (de -2,5% para -3,3%) e Espírito Santo (de -6,0% para -6,7%) assinalaram as maiores perdas.

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