Dólar cai a R$ 5,10 após Haddad falar sobre reformas

(Foto: Tima Miroshnichenko/Pexels)

O mercado financeiro viveu um dia de alívio, influenciado pelos anúncios do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre a reforma tributária e a do marco fiscal, além da recuperação das commodities. O dólar voltou a quase R$ 5,10 e a bolsa subiu mais de 2%.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (17) vendido a R$ 5,106, com queda de R$ 0,043 (-0,84%). A cotação abriu estável, mas passou a operar em baixa nos primeiros minutos de negociação, até consolidar-se em torno dos R$ 5,10 durante a tarde. Na mínima do dia, por volta das 14h, a moeda norte-americana alcançou R$ 5,09. Com o movimento de hoje, o dólar acumula queda de 3,3% em 2023.

No mercado de ações, o dia foi de recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 111.439 pontos, com alta de 2,04%. Após três quedas seguidas, motivadas em parte pelo rombo contábil nas Lojas Americanas, o indicador voltou a subir influenciado pela alta das commodities, que beneficiou as ações da Petrobras, os papéis mais negociados.

As ações ordinárias da Petrobras subiram 7,04% e os papéis preferenciais valorizaram 6,16%. Em contrapartida, as ações das Lojas Americanas recuaram 2,06%, após caírem 36,41% ontem (16).

No mercado internacional, as commodities tiveram um dia de recuperação após a China anunciar crescimento das vendas no varejo e da produção industrial acima do esperado, num momento em que a segunda maior economia do planeta aboliu as restrições sociais relacionadas ao enfrentamento da covid-19.

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