Americanas mais que dobrou remuneração dos seus executivos nos últimos anos

A empresa busca uma solução sustentável para a continuidade de suas operações em negociações com seus credores financeiros.
Foto: Divulgação

Nos últimos anos, a Americanas, que está no centro de escândalos contábeis, garantiu não apenas altos salários de executivos, mas também garantiu bônus baseados em desempenho.

Os rendimentos foram aumentando a partir de 2020, segundo documentos enviados pela varejista à CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Entre 2020 e 2021, o valor médio pago aos executivos quase que dobrou, de R$ 4,3 milhões, em valor corrigido pelo IPCA, para R$ 8,5 milhões.

A proposta acordada de pagamento para 2022 previa uma média de R$ 11,8 milhões em salários, bônus e ações, mas o valor final dependia do cumprimento de metas dos diretores e, agora, deve poderá ser afetado por um processo de recuperação judicial (RJ) de dívidas da empresa.

A política de remuneração e o orçamento do exercício anual para pagar os benefícios aos executivos são propostos pelo conselho de administração e aprovados em assembleia dos acionistas.

Conforme publicação da Folha de São Paulo, a Americanas foi procurada e não comentou o assunto.

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