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Varejo fecha 2022 com crescimento de 1%: dados da PMC revelam desempenho abaixo do esperado

Foto: Pexels

A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na quinta-feira (09/02), revelou que as vendas do comércio varejista cresceram apenas 1% em 2022, o pior resultado desde 2016. Entre os segmentos do varejo, a atividade de combustíveis e lubrificantes liderou com alta de 16,6%. Outras atividades que registraram crescimento incluem livros, jornais, revistas e papelarias (14,8%), artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria (6,3%), equipamentos de escritório e informática (1,7%) e supermercados e produtos alimentícios (1,4%). Por outro lado, atividades como artigos de uso pessoal e doméstico (-8,4%), móveis e eletrodomésticos (-6,7%) e tecidos, vestuário e calçados (-0,5%) tiveram queda.

Em dezembro, as vendas do comércio varejista caíram 2,6% em relação a novembro e aumentaram 0,4% em comparação com dezembro de 2021. A receita nominal do setor cresceu 14,1% no acumulado do ano, mas recuou 0,3% entre novembro e dezembro. O varejo ampliado, que inclui materiais de construção, vendas de veículos e peças, além do varejo, fechou o ano com queda de 0,6% nas vendas, devido às perdas nos setores de construção (-8,7%) e veículos (-1,7%).

Perspectivas

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De olho no futuro, é importante destacar que o varejo deve se preparar para os desafios da economia em 2023, especialmente em relação ao aumento dos preços dos insumos e a incerteza econômica. No entanto, há oportunidades para o setor, como o aumento da renda da população e a digitalização cada vez mais presente na vida das pessoas. O varejo precisa estar atento a essas tendências e buscar maneiras de se adaptar e aproveitar as oportunidades de mercado.

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