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Brasileiros estão consumindo menos feijão, com queda de mais de 50% no consumo médio do alimento no país

O consumo de feijão no Brasil vem diminuindo nos últimos anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE). Entre os motivos apontados para a queda estão o alto preço do produto e a crescente presença de alimentos ultraprocessados na alimentação. A importância do feijão para a saúde também foi destacada pelo Ministério da Saúde, que alertou para o risco de problemas como obesidade caso o alimento seja eliminado da dieta.

Embora as safras de feijão no Brasil tenham atingido números recordes, o preço do produto continua alto. Isso se deve em parte à grande demanda de exportação, sendo que o Brasil deve aumentar as exportações para a Índia. No mercado interno, a diminuição na área plantada com a cultura tem contribuído para a escassez do produto e para o aumento dos preços.

Fábio Pizzamiglio, diretor da Efficienza, empresa especializada em comércio exterior, destaca a importância de equilibrar a exportação com a produção e distribuição internas, a fim de garantir a segurança alimentar da população e a sustentabilidade da economia agrícola do país. Ele ressalta que a exportação de grãos, incluindo o feijão, tem sido um importante fator no comércio exterior brasileiro, mas é preciso estar atento aos impactos que a elevada demanda externa pode causar no consumo interno e no preço dos alimentos.

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No mercado, os preços do feijão carioca tipo 1 variam de R$ 8,90 a R$ 11,90 nos mercados de São Paulo, enquanto o preço do quilo do feijão preto tipo 1 varia de R$ 6,50 a R$ 9,80. No Rio de Janeiro, os preços do feijão oscilam entre R$ 6,49 a R$ 9,50 na capital carioca. Na região da Baixada Fluminense, o consumidor pode pagar até 30% mais caro pelo arroz e 22% pelo feijão.

Além das questões internas, o mercado de feijão e pulses deve estar no foco das negociações internacionais nos próximos dias. A Índia, um dos principais produtores da cultura, solicitou um acordo fixo sanitário com o Brasil em pulses, com o objetivo de comprar diferentes tipos de feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e outras variedades que ainda não são produzidas no país asiático.

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