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Governo quer que novo PAC seja lançado até abril

Lula discursa em evento oficial do Governo Federal. Brasil no G20
(Foto: Reprodução/Rede Social)

O governo brasileiro está planejando dar destaque aos projetos mais “verdes” na análise dos empreendimentos que vão compor seu plano de investimentos, informalmente chamado de novo PAC. O programa deve ser lançado até abril e tem como objetivo impulsionar a economia do país após a crise provocada pela pandemia de COVID-19.

O secretário especial de Articulação e Monitoramento da Casa Civil, Maurício Muniz, é o responsável pela agenda do novo PAC. Segundo ele, a carteira de projetos deve priorizar o setor de saneamento, com o objetivo de alcançar as metas de universalização, uma vez que quase metade da população brasileira ainda não tem acesso à rede de esgoto.

Além disso, Muniz tem feito uma espécie de filtragem das demandas dos estados para analisar o que é viável e pode entrar na agenda federal. Até agora, a lista tem 417 empreendimentos, e o secretário está priorizando os projetos mais sustentáveis e alinhados com a agenda de sustentabilidade do governo.

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Durante a campanha eleitoral, o governo prometeu dar uma guinada na agenda de sustentabilidade do país, e o setor de energia deve ser um dos mais impactados por essa mudança. Em comparação com o PAC 1, 2 e 3, o setor de energia mudou completamente. Segundo Muniz, é pouco provável que o país tenha grandes hidrelétricas no futuro. O destaque deve ficar para projetos de energia eólica e solar.

Dos 417 empreendimentos listados pelos governadores, 136 são obras em rodovias, como pavimentação e duplicação. O governo, no entanto, diz que dará destaque no plano a modais mais “verdes”, como o ferroviário e o hidroviário. No setor de ferrovias, por exemplo, o projeto da Ferrogrão apareceu na lista de demandas dos Estados. O traçado, que liga Sinop (MT) a Miritituba (PA), é estruturado para ser o principal centro de escoamento de grãos de Mato Grosso, papel que hoje é exercido pela BR-163. A obra está paralisada hoje por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF).

Além dos projetos de infraestrutura, o novo PAC também deve priorizar investimentos em inovação e tecnologia, incluindo a criação de um “sandbox regulatório” para fomentar o desenvolvimento de startups e empresas inovadoras. O governo também planeja incentivar a criação de novas empresas e a expansão das já existentes, especialmente aquelas que têm potencial para gerar empregos e impulsionar o crescimento econômico do país.

Por fim, o governo também deve priorizar o setor de educação, com investimentos em escolas, universidades e programas de formação profissional. A ideia é garantir que os brasileiros tenham acesso à educação de qualidade e possam se preparar para as profissões do futuro.

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