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Presidente da Embratur propõe financiamento do BNDES para turismo sustentável na Amazônia

Presidente da Embratur, Marcelo Freixo (foto), propõe que o BNDES financie projetos para a reestruturação de comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas que praticam o turismo de base comunitária na região amazônica, em vista da possível realização da COP30 em Belém, Pará. Em reunião na quinta-feira (16) com Aloizio Mercadante, do BNDES, Freixo afirmou que a ideia é que as pessoas conheçam a floresta amazônica e se hospedem nesses locais.

Segundo Freixo, o turismo de base comunitária é uma forma sustentável de turismo que beneficia tanto os visitantes quanto as comunidades locais. “A ideia é trazer turistas para essas áreas para que possam experimentar a cultura e a natureza da região, contribuindo também para o desenvolvimento econômico dessas comunidades”, disse Freixo.

A proposta visa promover o desenvolvimento sustentável na região, beneficiando a população local e preservando a floresta amazônica. Freixo também enfatizou que o projeto ajudaria a criar empregos e melhorar a qualidade de vida das pessoas nessas comunidades.

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Mercadante, por sua vez, elogiou a iniciativa e afirmou que o BNDES está aberto a discutir maneiras de apoiar o projeto. “O BNDES está comprometido em promover o desenvolvimento sustentável no país, e este projeto está alinhado com nossos objetivos”, disse Mercadante.

A possível realização da COP30 em Belém, Pará, tem sido um tema de discussão entre ambientalistas, políticos e líderes empresariais. A conferência, que deve ocorrer em 2025, reunirá líderes de todo o mundo para discutir as mudanças climáticas e questões ambientais.

Se a proposta for aprovada, ela poderá contribuir significativamente para a promoção do turismo sustentável na região amazônica e ajudar a preservar a floresta para as gerações futuras.

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