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Reforma tributária pode impulsionar PIB em até 20%, afirma economista

(Foto: PixabayPexels)

Um estudo apresentado pelo economista Sergio Gobetti, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Secretaria de Fazenda do Rio Grande do Sul, indica que a reforma dos impostos sobre o consumo pode garantir um aumento de arrecadação de até R$2,5 trilhões em 20 anos, com impacto na produtividade econômica e no crescimento do PIB.

Segundo o estudo, esse ganho de arrecadação seria em relação a um cenário sem a reforma. Já no cenário mais otimista, o PIB teria um crescimento adicional de 20% nas primeiras duas décadas posteriores à aprovação da reforma tributária em tramitação no Congresso.

O grupo de trabalho de reforma tributária da Câmara, que está ouvindo especialistas para debater o tema, foi criado para buscar um texto de convergência para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que será levada ao plenário da Casa. O relator é o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

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De acordo com o estudo, em um cenário conservador, a arrecadação aumentaria R$509,1 bilhões, com crescimento de 4% do PIB potencial. Já em um cenário mediano, de impacto de 11%, a reforma garantiria R$1,4 trilhão a mais de receita.

O economista Sergio Gobetti ressalta que a reforma não trata de aumento da carga tributária, mas sim do impacto positivo na economia com a simplificação e a maior eficiência do sistema tributário pela introdução do Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

A proposta de reforma tributária em tramitação no Congresso tem como objetivo simplificar o sistema tributário brasileiro, que é considerado complexo e burocrático. A ideia é unificar impostos federais, estaduais e municipais em um único imposto sobre valor agregado, o que reduziria a carga de obrigações tributárias sobre as empresas e facilitaria o recolhimento de impostos.

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