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2022: Um ano de decepções para empresas de capital aberto na B3

(Imagem: Pixabay/Lorenzo Cafaro)

Em 2022, as empresas de capital aberto listadas na B3, a bolsa de valores de São Paulo, enfrentaram uma série de desafios que resultaram em um ano decepcionante. O lucro líquido de 295 companhias sofreu uma queda de 17,8% em comparação a 2021, enquanto a dívida líquida cresceu 27,9%. A principal razão por trás desses números negativos foram os juros altos, que impactaram as margens operacionais e geraram resultados financeiros piores.

O estudo conduzido por Einar Rivero, diretor comercial da plataforma de investimentos TradeMap, revelou as empresas com os maiores lucros e prejuízos do período. A Petrobras liderou o ranking de lucros com R$ 188,3 bilhões, um aumento de 76% em relação a 2021. A Vale ficou em segundo lugar com um lucro de R$ 95,9 bilhões, seguida pelo Banco do Brasil com R$ 31 bilhões.

Entretanto, nem todas as empresas tiveram um bom desempenho no ano passado. A Light registrou um prejuízo de R$ 5,6 bilhões, a BRF teve um saldo negativo de R$ 3,1 bilhões e a Natura fechou o ano com perdas de R$ 2,8 bilhões.

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Os juros altos foram um dos principais fatores que afetaram o desempenho das empresas de capital aberto em 2022, prejudicando suas margens operacionais e contribuindo para resultados financeiros insatisfatórios. Essa conjuntura econômica trouxe desafios e decepções para muitas companhias listadas na B3, mas também destacou a importância de uma gestão eficiente e a capacidade de adaptação em um ambiente de negócios cada vez mais complexo e imprevisível.

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