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Queda contínua do dólar: moeda americana próxima de R$ 4,90 em meio a expectativas de corte na Selic e inflação controlada

(Foto: David McBee no Pexels)

Nesta quinta-feira (13), o dólar continuou seu movimento de baixa e chegou a atingir R$ 4,897 na mínima do dia, fechando em R$ 4,926 na compra e na venda com uma redução de 0,31%. A moeda americana acumula perdas de 2,8% no mês e 6,7% no ano, após encerrar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dez meses no dia 12. O último registro de um valor tão baixo aconteceu em 9 de junho de 2022, quando o dólar fechou em R$ 4,9162.

Especialistas apontam a inflação abaixo do esperado no Brasil e nos Estados Unidos, além de avanços no arcabouço fiscal do governo brasileiro, como principais motivadores da recente desvalorização do dólar. Esses elementos elevam a expectativa de um corte na taxa Selic no segundo semestre.

No cenário americano, a inflação ao consumidor acumulada em 12 meses desacelerou de 6% em fevereiro para 5% em março, com uma alta mensal de 0,1% em março em relação a fevereiro.

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No mercado brasileiro, o Ibovespa fechou em queda de 0,4%, aos 106.457,85 pontos. As ações em destaque foram PETR4.SA (+0,62%, R$ 26,01), VALE3.SA (-1,49%, R$ 79,40) e ITUB4.SA (-0,27%, R$ 25,57).

Os investidores preveem que o Federal Reserve elevará a taxa de juros em mais 25 pontos-base durante a reunião de política monetária de 2 a 3 de maio, provavelmente concluindo a campanha de aperto monetário mais acelerada desde o final da década de 1980. Em março, o Fed aumentou sua taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, mas indicou uma pausa em futuros aumentos devido à turbulência nos mercados financeiros.

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