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Fórum Esfera no Guarujá reúne líderes para debater economia e desenvolvimento

João Camargo e Camila Funaro Camargo e convidados. (Foto: Divulgação)

Aconteceu neste fim de semana, no Guarujá, a segunda edição do Fórum Esfera, que trouxe à tona debates sobre temas cruciais para a evolução do país. Com mais de 350 participantes, desde autoridades públicas a líderes da iniciativa privada, o evento ressaltou a importância do diálogo para o crescimento sustentável.

João Camargo, Executive Chairman da instituição, destacou: “Nós, da Esfera Brasil, temos o propósito de abrir o diálogo entre o governo e o Congresso, trazendo a sociedade para dentro da conversa. A curadoria de conteúdo faz parte dessa estratégia e contempla os assuntos que são, de fato, relevantes para a nossa economia e desenvolvimento social no curto e médio prazos, como as reformas fiscais, segurança jurídica, economia verde, infraestrutura, tecnologia e inovação e a elevação do PIB nacional.”

O painel “A busca do equilíbrio: as reformas fiscais na agenda” gerou grande expectativa. Eduardo Braga, senador (PMDB) e relator da reforma tributária, juntamente com nomes como Paulo Pimenta (PT), ministro-chefe da Secom, e Bernard Appy, discutiram o futuro fiscal do país. Braga reforçou que é essencial que os impostos não subam com a reforma em vista.

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Abordando o tema de investimentos no Brasil, Aloizio Mercadante, sugeriu a implantação de um programa chamado “Desenrola empresarial”, inspirado no Desenrola, uma iniciativa governamental focada na renegociação de débitos de cidadãos. “Vamos pegar as dívidas ativas, que são trilhões de reais que o Estado não consegue cobrar. As empresas não pagam, e isso fica no passivo delas. Elas não conseguem ter financiamento, porque têm um passivo fiscal gigantesco”, comentou o presidente do BNDES.

Em relação à supervisão das construções vinculadas ao novo PAC pelo TCU, Bruno Dantas mencionou que o tribunal adotará uma abordagem mais instrutiva. O objetivo é monitorar os projetos para identificar e indicar pontos de melhoria, buscando acordos construtivos para desafios complicados. “Essa mudança visa garantir que o TCU não se torne um obstáculo, permitindo avaliações ágeis. Se identificadas falhas, queremos que sejam ajustadas prontamente, evitando interrupções nos projetos”, complementou.

O banqueiro André Esteves disse perceber a presença de bom senso em diversas iniciativas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o momento.“O ministro Dario falou sobre a aprovação do arcabouço fiscal. Seguimos o bom senso. Qual é o bom senso? Um país, assim como uma pessoa, não gasta mais do que arrecada”, disse.

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, também compartilhou insights, ressaltando que a instituição não intervém em políticas fiscais. Ele defendeu juros baixos e consistentes, afirmando que o país está no rumo certo.

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