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Comissário da UE destaca necessidade de nova política fiscal

A inflação, excluindo alimentos, energia, álcool e tabaco - que é observada de perto pelo BCE como uma métrica melhor da tendência subjacente - caiu para 4,5%, em comparação com 5,3%, a maior queda desde agosto de 2020.
Foto: Divulgação

O comissário da União Europeia para Economia, Paolo Gentiloni, enfatizou nesta sexta-feira (15) a importância de uma abordagem complementar da política fiscal na região em relação aos esforços de restrição monetária do Banco Central Europeu (BCE), visando controlar a inflação.

“Isso não implica em cortes nos investimentos, mas sim na gradual eliminação das medidas de apoio à energia que ainda estão em vigor”, declarou Gentiloni durante uma coletiva de imprensa no contexto das reuniões do Eurogrupo e do Ecofin, que reúnem os ministros das Finanças da União Europeia. Além disso, Gentiloni argumentou que é fundamental que os países cheguem a um acordo sobre reformas fiscais até o final do ano.

Ele ressaltou que a garantia de um crescimento econômico sustentável e estável depende de uma estrutura de política fiscal comum. “Portanto, é essencial que alcancemos um sólido acordo até o final do ano”, acrescentou.

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Durante a mesma coletiva de imprensa, o presidente do Eurogrupo, Paschal Donohoe, observou que a economia da zona do euro perdeu força nos últimos meses devido aos impactos de choques passados e a uma política mais restritiva. “No entanto, a resiliência da economia ainda é evidente, como demonstrado pelo contínuo desempenho robusto do mercado de trabalho”, comentou.

Apesar disso, Donohoe enfatizou a visão consensual dos ministros na região de que a política fiscal deve adotar uma abordagem “prudente” e estar alinhada com as mudanças na política monetária.

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