O dólar encerrou esta quinta-feira em queda de 0,64%, cotado a R$ 5,249 para compra e R$ 5,250 para venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento registrou uma baixa de 0,83%, fechando aos 5.267 pontos por volta das 17h30. Sendo assim, a queda interrompeu uma sequência de três pregões consecutivos de alta.
O recuo do dólar foi influenciado pelo enfraquecimento da moeda norte-americana no mercado internacional e pelo avanço das commodities, como petróleo e minério de ferro. Então, a valorização dessas commodities ajudou a fortalecer as moedas de países emergentes, contribuindo para a queda do dólar.
No início do dia, o dólar chegou a registrar alta, atingindo a cotação máxima de R$ 5,3102 às 9h08, com um aumento de 0,25%. Logo pela manhã, o Banco Central do Brasil vendeu todos os 12.000 contratos de swap cambial tradicional ofertados para rolagem dos vencimentos de agosto, buscando estabilizar o mercado cambial.
Os cortes de juros anunciados pelo Banco Central Europeu (BCE) e pelo Banco do Canadá intensificaram o otimismo global, favorecendo os ativos brasileiros. Contudo, o ambiente, junto com a expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve em 2024, influenciaram positivamente o mercado financeiro.
Os investidores estavam atentos à divulgação dos dados do relatório de empregos payroll nos Estados Unidos, prevista para sexta-feira, que poderia influenciar as cotações. No entanto, no exterior, o dólar também apresentou recuo diante da maioria das moedas, exceto o peso mexicano e a rupia indiana. No Brasil, o dia foi positivo para os ativos de modo geral, refletindo-se no avanço do Ibovespa, na queda das taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) e na desvalorização do dólar.
Dólar comercial:
- Compra: R$ 5,249
- Venda: R$ 5,250
Dólar turismo:
- Compra: R$ 5,270
- Venda: R$ 5,450
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