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Bolsa de Valores cria novos índices para empresas privadas e estatais

Bolsa de valores do Brasil cria novos índices para empresas privadas e estatais
Bolsa de valores do Brasil cria novos índices para empresas privadas e estatais
Pixabay

A B3 (Bolsa de Valores do Brasil) anunciou nesta quinta-feira (03/10) o lançamento de dois novos índices: o Ibovespa B3 Estatais (IBEE) e o Ibovespa B3 Empresas Privadas (IBEP). De acordo com a entidade, a criação desses novos indicadores servirão para demonstrar o desempenho individual dos ativos de cada uma das empresas públicas e privadas que compõem o Ibovespa. Os novos índices estarão disponíveis a partir de 7 de outubro.

Como fazer parte dos novos índices da B3, a bolsa de valores brasileira?

Para integrar os novos índices, os ativos precisam, obrigatoriamente, estar na carteira atual do Ibovespa. Os indicadores seguem a mesma metodologia de exclusão e ponderação do principal índice da bolsa de valores, com rebalanceamento realizado a cada quatro meses.

Segundo a B3, o objetivo do IBEE e do IBEP é servir como indicador do desempenho médio dos ativos com maior liquidez e representatividade, diferenciando aqueles com controle acionário estatal ou privado.

Ambos são índices de Retorno Total, o que significa que refletem o desempenho dos ativos incluindo o reinvestimento dos dividendos. Inicialmente, o IBEE possui sete ativos de seis empresas, enquanto o IBEP conta com 79 ativos de 77 empresas.

Demanda antiga

A divulgação era uma demanda de alguns analistas. Eles acham que as estatais, por terem interferência política, acabam prejudicando o desempenho como um todo da bolsa de valores. Porém, as companhias privadas acabavam compondo um índice de que queda geram, mesmo que individualmente tivessem desempenho satisfatório. Além disso, havia a contradição de o Ibovespa cair por conta de desvalorização dos papéis de uma estatal. No entanto, as ações de uma empresa particular ter ações em alta.

O superintendente de índices da B3, Ricardo Cavalheiro, comentou sobre as expectativas. Para ele, havia reivindicações de por análises mais específicas dos ativos que compõem as carteiras que integram a bolsa de valores. “Com os novos índices, o investidor terá mais um termômetro para verificar o movimento do mercado, olhando para diferentes categorias de empresas listadas”, argumentou Cavalheiro nesta quinta-feira.

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