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Pagamentos via Pix já geraram R$117 bi de economia para o Brasil, aponta estudo do MBC

O levantamento do Movimento Brasil Competitivo mostra que o pagamento via Pix já gerou R$ 117 bilhões em economia para consumidores e empresas desde 2021. Apenas entre janeiro e setembro de 2025, foram R$ 38,3 bilhões, superando o total de 2024. O resultado decorre da redução das TEDs e da migração crescente das transações P2B para o Pix, que tem custo menor. Cada operação evita, em média, R$ 0,60 em despesas do sistema financeiro. O MBC avalia que o modelo se aproxima de seu potencial anual, estimado em R$ 40,1 bilhões, e indica que novas funcionalidades serão essenciais para avançar em eficiência.
Pagamento via Pix em aplicativo financeiro
Pagamento via Pix contribui para ampliar a economia no sistema financeiro brasileiro. (Foto: Bruno Peres/Agência Brasil)

O pagamento via Pix permitiu uma economia de R$ 38,3 bilhões entre janeiro e setembro de 2025, superando os R$ 33 bilhões registrados em todo o ano de 2024. De acordo com estudo do Movimento Brasil Competitivo (MBC), divulgado no último domingo (16/11) esse desempenho eleva a soma acumulada desde 2021 para R$ 117 bilhões, reforçando a importância do sistema para empresas e consumidores.

Nesse intervalo, a adoção crescente da transferência via Pix, aliada à redução das Transferências Eletrônicas Disponíveis (TEDs) e ao avanço das operações de pessoas para empresas (P2B), impulsionou a queda de custos no sistema financeiro. O estudo estima que cada transação evita, em média, R$ 0,60 em despesas operacionais, elemento central para o ganho agregado observado ao longo do período analisado.

Crescimento das transferências instantâneas no país

A evolução anual mostra força consistente:

  • Em 2021, a economia totalizava R$ 11,9 bilhões;
  • Em 2022, o valor chegou a R$ 18,2 bilhões;
  • E, em 2023, alcançou R$ 24,6 bilhões.

em 2025, o uso do Pix como pagamento aproximou o sistema de seu potencial anual de R$ 40,1 bilhões. Sendo, inclusive, um patamar que o MBC projetava para ser alcançado apenas em 2030.

O levantamento compara quanto o País teria desembolsado caso as TEDs e os cartões de débito continuassem dominantes e aplica essa diferença ao volume real de transações. Para atenuar efeitos sazonais, a apuração utiliza séries acumuladas em 12 meses, com base em dados disponibilizados pelo Banco Central.

Efeitos da digitalização financeira sobre empresas e clientes

A disseminação dos pagamentos digitais aprimorou rotinas de empresas de diversos segmentos, especialmente no varejo e nos serviços. A liquidação imediata oferecida pelo pagamento via Pix melhora o fluxo de caixa, reduz despesas operacionais e amplia a previsibilidade financeira. Tudo enquanto consumidores contam com transações gratuitas e instantâneas.

Segundo o MBC, parte desses ganhos tende a se estabilizar, já que a substituição dos meios tradicionais atinge um nível avançado. A entidade avalia que a continuidade da expansão dependerá de novas funcionalidades e melhorias tecnológicas capazes de elevar a eficiência do sistema.

Caminhos futuros para o uso do Pix

A análise destaca que os pagamentos via Pix devem avançar para uma etapa voltada ao fortalecimento de novas aplicações e modelos operacionais. Além disso, o MBC observa que, apesar do volume expressivo de economia alcançado, o sistema necessita evoluir em direção a funcionalidades adicionais, como pagamentos programados e maior integração com serviços financeiros digitais.

No cenário internacional, arranjos de pagamentos instantâneos ampliam fronteiras de interoperabilidade e tendem a influenciar a arquitetura regulatória local. Nesse contexto, o pagamento via Pix permanece como peça fundamental da digitalização financeira brasileira.

Clique aqui e acesse o estudo “PIX: 5 anos de eficiência, redução de custos e novos desafios para o próximo ciclo” na íntegra.

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