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Dólar cai para R$ 5,11 com alívio externo e Moody’s

Dólar
(Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil)

O mercado financeiro experimentou um dia de alívio, impulsionado tanto por eventos internacionais quanto por desenvolvimentos domésticos. O dólar registrou uma queda, aproximando-se novamente da marca de R$ 5,10, enquanto a bolsa de valores obteve um ganho de quase 1%, recuperando-se para os 127 mil pontos.

O dólar comercial encerrou o dia a R$ 5,113, representando uma diminuição de R$ 0,079 (-1,53%). A moeda operou em baixa durante toda a sessão, atingindo a mínima por volta das 14h45, quando chegou a R$ 5,10. Entretanto, nas horas finais de negociação, a cotação flutuou em torno de R$ 5,11 devido à atividade de investidores que aproveitaram a oportunidade de adquirir dólares a preços mais baixos.

Este valor representa a menor cotação do dólar desde 11 de abril, quando encerrou o dia a R$ 5,09. No acumulado do ano de 2024, a moeda dos Estados Unidos registra uma alta de 5,36%.

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Enquanto isso, o mercado de ações viu um dia de ganhos consistentes. O índice Ibovespa, da B3, fechou em 127.122 pontos, apresentando um aumento de 0,95%, quase recuperando as perdas sofridas na terça-feira anterior.

Federal Reserve

No cenário internacional, houve um sentimento de alívio, principalmente após o presidente do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos), Jerome Powell, indicar que um eventual adiamento na redução das taxas de juros na maior economia do mundo não implica necessariamente em futuros aumentos nas taxas. Isso resultou em uma redução na migração de recursos para os títulos do Tesouro norte-americano, aliviando as pressões sobre países emergentes, como o Brasil.

Internamente, os investidores reagiram à decisão da agência de classificação de risco Moody’s de revisar para cima a perspectiva da nota de crédito do Brasil. A agência sinalizou a possibilidade de elevar a classificação do país nos próximos meses, desde que o crescimento econômico e o progresso gradual em direção ao reequilíbrio das contas públicas continuem, o que poderia estabilizar a dívida pública brasileira.

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