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Paulo André Holanda apresenta Elmo em reunião da CNI com diretores regionais do SENAI de todo o país

Capacete Elmo em reunião da CNI com diretores regionais do SENAI

Em reunião realizada hoje (26/3), o Diretor regional do SENAI Ceará, Paulo André Holanda, apresentou o Elmo para o Diretor geral do SENAI e diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi e diretores do SENAI de todo o país.

Foram apresentados os projetos do Elmo e da Central de Manutenção de Ventiladores Mecânicos, além de outras duas tecnologias desenvolvidas em outros estados. Em contato com o Presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, o Presidente da CNI, Robson Andrade, também parabenizou as ações da federação cearense, por meio do SENAI Ceará.

A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), por meio do SENAI Ceará, também foi parabenizada por Lucchesi pelas ações de combate à pandemia. “Foram ações importantíssimas e muito inovadoras”, destacou.

“Ficamos muito felizes pelo reconhecimento público, perante todos, pelo trabalho realizado. Agradecemos a parceria do SESI, do IEL, do Centro Internacional de Negócios e de todo o corporativo da FIEC”, disse o Diretor regional do SENAI Ceará, Paulo André Holanda.

Capacete Elmo – Foto Rayane Mainara/SFIEC

O Elmo

Todo o desenvolvimento, protótipos, testes de usabilidade, testes clínicos e primeiros treinamentos do Elmo foram feitos no Instituto SENAI de Tecnologia (IST) e no SENAI Jacarecanga. O Elmo é um mecanismo de respiração artificial não invasiva, por meio de uma cápsula de PVC e silicone com conexões, e com a grande vantagem do baixo custo, e ainda de poder ser desinfectado e reutilizado.

O capacete de respiração assistida vem salvando vidas em hospitais do Ceará, Alagoas, Goiás, Mato Grosso e Amazonas. Criado no Ceará para tratar pessoas em situação leve, moderada e em alguns casos, em estado grave da Covid-19, o Elmo diminui em até 60% as necessidades de intubação e pode ser aplicado também nas UPAs. Acomodado ao pescoço do paciente, hermeticamente fechado por um colar macio, o Elmo permite ofertar oxigênio a uma pressão definida ao redor da face, sem necessidade de intubação e com total proteção aos profissionais de saúde. Dentro do capacete, se consegue zerar a taxa de CO2, o que permite uma oxigenação pura.

Apoio

As ações contam com o apoio e parceria do Governo do Ceará, por meio da Secretaria de Saúde (Sesa), Escola de Saúde Pública (ESP), a Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap), UFC e Unifor, com o apoio do Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH) e Esmaltec.

Ventiladores Mecânicos

Na reunião, Paulo André Holanda também apresentou o trabalho da Central de Manutenção de Ventiladores Mecânicos. O SENAI Ceará foi apontado como o Departamento Regional com maior eficiência no conserto de ventiladores mecânicos. Das 22 abertas no ano passado, apenas 10 reabriram para o conserto dos equipamentos na segunda onda que o país vive.

Com a segunda onda de infecções por coronavírus em todo o país, o Ceará enfrenta lotação em hospitais e leitos de UTI em todas as regiões do estado. Para reforçar o combate à pandemia e os cuidados com pacientes internados, o presidente Ricardo Cavalcante orientou a reabertura da Central. “A ideia é colaborar ainda mais nessa segunda onda da Covid-19 em nosso estado, empregando a força de trabalho e o conhecimento do Sistema FIEC”, disse o Presidente. São 20 pessoas trabalhando diretamente nos consertos.

Os respiradores mecânicos são essenciais no tratamento de doentes que apresentam sintomas graves da Covid-19, pois a Síndrome Respiratória Aguda Grave é um dos efeitos mais sérios da doença. Nacionalmente, os aparelhos estavam sem uso e foram restaurados graças à união de 28 instituições e empresas. A maioria dos equipamentos restaurados precisava de novas peças para voltar a operar.

A Central será mantida em operação enquanto perdurar a atual situação de crise aguda da pandemia de Covid-19 no Ceará. O objetivo é ganhar velocidade, rapidez e dinamismo nos consertos, utilizando técnicas de Engenharia Reversa para produção de peças que faltam, entre outros métodos, evitando a demora da importação.

Fonte: Assessoria de Comunicação SFIEC

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