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Desmatamento na Amazônia pode provocar perdas bilionárias ao Agronegócio

A última medição do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontou que o desmatamento na Amazônia foi o maior registrado para o mês de abril, desde 2016, com mais de 581km² de áreas em alerta.
A última medição do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontou que o desmatamento na Amazônia foi o maior registrado para o mês de abril, desde 2016, com mais de 581km² de áreas em alerta.

A revista científica Nature Communications publicou um artigo onde aponta que a falta de chuvas e o desmatamento da floresta Amazônica já tem provocado a redução da produtividade e dos rendimentos do agronegócio do Brasil. Em algumas regiões do sul da Amazônia, os efeitos do desmatamento já reduziram 48% do volume total das chuvas anuais. Mantidos os atuais níveis de destruição da floresta, o setor pode perder até R$ 5,7 bilhões por ano até 2050.

O estudo, repercutido pelo G1, foi feito por cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV) e com a Universidade de Bonn, na Alemanha. Na avaliação dos pesquisadores, quando menor for o número de arvores, menor a umidade do ar e, consequentemente, menos chuvas ocorrerão. “Logo, o avanço do desflorestamento impacta a produtividade do agronegócio brasileiro. Altos níveis de desmatamento resultam em menor volume de chuvas e menor produção agrícola”, apontam os pesquisadores.

Conforme dados do G1, em 2019, um quarto do sul da Amazônia brasileira (nos estados de Acre, Amazonas, Rondônia, Pará, Tocantins e Mato Grosso do Sul) já havia atingindo o limite crítico de redução de chuvas por perda de floresta. Em algumas regiões, a redução das chuvas devido ao desmatamento já chega a comprometer 48% do volume total das chuvas anuais.

Os cientistas chegaram à conclusão que, a cada 10% a mais de desmatamento, a quantidade de chuva anual diminui aproximadamente 49,2 milímetros, por ano. Levando em consideração que a produção do agronegócio depende diretamente das chuvas para o cultivo dos produtos, a perspectiva é de que, em menos de 30 anos, o setor deixe de produzir cerca de R$ 5,7 bilhões, caso não haja um controle dos índices de desmatamento.

A última medição do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontou que o desmatamento na Amazônia foi o maior registrado para o mês de abril, desde 2016, com mais de 581km² de áreas em alerta. Abril foi o segundo mês consecutivo em que os índices batem recordes históricos mensais.

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