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Música, poesia e tecnologia – Por Jeane Meire

*Coluna Semanal  – Por Jeane Meire – 13/11/21

 

Tabuleiro com Maria Bethânia 

Em 4 de novembro, Maria Bethânia estreou na Rádio Batuta o primeiro dos seis episódios do programa Tabuleiro. A proposta reúne literatura e música em conjunções que fogem do padrão. O primeiro episódio traz Clarice Lispector e a música negra americana, cantada por nomes como Billie Holiday, Alberta Hunter e Mahalia Jackson. Tudo em homenagem ao irmão Caetano Veloso, que lhe apresentou a obra de Clarice Lispector e o blues.. O segundo se intitula Brasil, sons, sensações, palavras, e relaciona textos de pensadores como Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Davi Kopenawa e Lina Bo Bardi a músicas de Cazuza, Milton Nascimento e Luiz Gonzaga, entre outros.

Há sons e palavras fortes no primeiro episódio de “Tabuleiro”, sublinho a frase da crônica “dies irae”, de Clarice: “Acho certo roubar para comer”.

Agora só sobre Clarice

Celebrando a obra e o legado da escritora Clarice Lispector (1920-1977), o IMS Paulista traz a exposição Constelação Clarice, uma investigação da poética da autora, com curadoria de Eucanaã Ferraz e Veronica Stigger. A mostra reúne aproximadamente 300 itens, incluindo manuscritos, fotografias, cartas, discos, matérias de imprensa e outros documentos.

Nome fundamental da literatura brasileira, Clarice também nutria grande interesse pelas artes visuais. Quais conexões seria possível estabelecer entre a produção textual de Clarice e as obras de mulheres que, no mesmo período, marcaram a história da arte brasileira?

Para criar essas interlocuções foi adotado o conceito de constelação. Onze núcleos apresentam obras em diversos suportes, criadas por 26 artistas visuais atuantes entre as décadas de 1940 e 1970. 

Jogo virtual e os povos pré-coloniais brasileiros

No jogo Sambaquis – Uma História Antes do Brasil, desenvolvido pelo grupo de pesquisa Arqueologia Interativa e Simulações Eletrônicas (Arise), do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, pesquisadores reúnem informações sobre o cotidiano desses grupos, que podem ser acessadas de forma dinâmica e divertida.

O cenário se passa cerca de 3 mil anos atrás, nos sítios arqueológicos onde se localizam os sambaquis. O jogador pode explorar o ambiente, conversar com outros personagens e vivenciar o cotidiano do grupo indígena.

A proposta é ser uma ferramenta didática para o ensino básico e fundamental. Além de apresentar conteúdos sobre as sociedades sambaquieiras, o game também desmistifica a concepção padrão do indígena desnudo, com o rosto pintado e usando cocar.

Professores interessados em aplicar o jogo na sala de aula contam com apoio de um guia didático, com informações adicionais e sugestões de atividades.

A edição mais recente do jogo pode ser instalada em dispositivos Android, por meio do Google Play. A primeira versão, exclusiva para computadores, foi lançada em 2019 a partir de uma parceria do Arise com o MAE e a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). O download pode ser feito no site do Arise, neste link. Confira o vídeo explicativo do jogo.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Economic News Brasil.
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