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Recorde de endividamento: como as empresas podem reduzir a inadimplência

(Foto: Mikhail Nilov/Pexels)

As famílias com dívidas em atraso no Brasil atingiu seu maior índice em março passado: 77,5%, desde 2010, quando começou a ser realizada a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). A informação é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Neste cenário como ficam as empresas e como elas fazem para diminuir a falta de recebimento de seus créditos, que as colocam de risco até de encerramento de atividades.

Os inadimplentes, ou seja, as famílias com compromissos assumidos ou dívidas em atraso, chegou a 27,8%, registrando o segundo maior percentual da Peic, ficando abaixo apenas registrado no primeiro mês da pesquisa em janeiro de 2010 que foi 29,1%, há 12 anos. Com a crise, aquelas famílias sem nenhuma condição de pagar suas dívidas e com contas em atraso somam 10,8%, acima dos percentuais de fevereiro deste ano e de março de 2022, ambos com 10,5%.

O vilão dos endividados continua sendo o cartão de crédito com 87%. Na sequência estão os carnês, com 18,7%; o financiamento de veículos, com 11,2%; o crédito pessoal com 9,4% e por último o financiamento da casa própria.

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Muito se comenta sobre as dificuldades do endividamento para as pessoas, que restringe, por exemplo, o acesso ao crédito. Mas para as empresas a inadimplência também acarreta vários problemas. Um deles é a incapacidade de pagar os salários dos funcionários em dia, assim como responsabilidades fiscais.

Mellissa Penteado, CEO da proScore.

Uma profunda avaliação do score dos clientes é muito importante na hora da venda a prazo para evitar riscos ou fraudes em uma negociação. “Os bancos, instituições financeiras e demais empresas observam o score do cliente antes de liberar um crédito ou financiamento. O score é o comportamento financeiro histórico, associado aos apontamentos restritivos atuais, atrelado ao CPF ou CNPJ, que determinam uma pontuação de 0 a 1.000. Quanto maior a pontuação, melhor é a reputação financeira e o risco de não pagamento é baixo”, ressaltou Mellissa Penteado, CEO da proScore, especialista em Big Data e inteligência de dados.

Mellissa indicou algumas dicas que podem ajudar a diminuir a inadimplência e os riscos para as empresas. “Investir na capacitação para que os funcionários identifiquem os riscos envolvidos; customizar seu próprio Score para tomar sempre decisões mais precisas à realidade da companhia; administrar os processos e o fluxo de informações da decisão de crédito de forma ágil e adequada e, além disso, simplificar a comunicação para aumentar a transparência entre os departamentos e os clientes”, afirmou.

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