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Família Steinbruch encerra disputa de 5 anos na CSN

O industrial Benjamin Steinbruch, aos 69 anos, controla há quase duas décadas uma das maiores siderúrgicas do País, controlada pela família (Foto: Reprodução - Twitter)
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Há quase cinco anos de uma disputa societária, a família Steinbruch anunciou, na  terça-feira (22/11), que chegou a um acordo com os primos Léo e Clarice, representados pela holding CFL, e Benjamin, Ricardo e Elizabeth, pela holding Rio Purus, na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). As ações ordinários da siderúrgica subiram 3,52 %, para US$ 14,42, com o encerramento da disputa.

O industrial Benjamin Steinbruch, presidente da CSN, manterá o comando em uma das maiores siderúrgicas do país, com valor de mercado avaliada em R$ 19,1 bilhões.

Com o acordo, a holding CFL Participações passa a ter participação direta de 10,25% na siderúrgica, mas a operação ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e os primo não poderão vender sua participação imediatamente se o negócio for validado pelo órgão. O impedimento é um mecanismo de nove meses conhecido no mercado financeiro como “lock-up”. Após esse período, a holding CFL poderá negociar os papéis, conforme apurou o Valor.

Controle

O conglomerado dos Steinbruchs foi fundado na década de 1960 pelos irmãos Mendel (pai de Benjamin, Ricardo e Elisabeth), falecido em 1993, e Eliezer (pai de Clarice, Léo e Fábio).

A família também era sócia do empresário Jacks Rabinovich, que vendeu sua participação em 2005. Desentendimentos entre os herdeiros da família Steinbruch chegaram ao auge com a morte de Eliezer em 2008.

O acordo de acionistas entre os dois ramos da família foi assinado em 1994 após a morte de Mendel e o contrato previa que 60% dos recursos da Vicunha e da CSN iriam para Mendel e seus herdeiros e 40% para a família Eliezer. Já em outros negócios, a participação seria de 55% para Mendel e 45% para Eliezer. Esse padrão perdurou por algum tempo até que estourou uma briga entre os primos. Principalmente envolvendo a representação no Conselho de administração da CSN.

A industria de aços planos localizada em Regresso Redonda (RJ), foi fundada em abril de 1941 pelo presidente Getúlio Vargas e privatizada em 1993, no governo do presidente Itamar Franco.

Lucro

Em reunião extraordinária, realizada em 22/11, o Conselho de Administração da CSN aprovou o pagamento de R$ 1,56 bilhão em dividendos. O pagamento será feito no dia 2 de dezembro e nesse dia a empresa, também, depositará o último pagamento dos dividendos aprovado em abril, no valor de 452,2 milhões de reais.

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