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Dividendos compensaram quedas nos Fundos imobiliários em 2022

Gráfico mostra taxa de juros subindo.
(Foto: Alesia Kozik/Pexels)

O IFIX ameaça fechar o ano com desvalorização pela terceira vez consecutiva. Agora, no final de dezembro estava praticamente estável, com uma valorização positiva de apenas 0,5%. Qualquer tipo de alteração no humor dos investidores pode provocar mais um ano no vermelho.

Em 2020, o índice perdeu 10,25%. Em 2021 a queda foi de 2,28%. Por serem ativos de risco, os FIIs são penalizados pelo cenário interno de juros altos e incerteza político-fiscal, e pelo cenário externo, de desaceleração econômica mundial, aversão a risco e aperto monetário.

Entretanto, em paralelo à desvalorização no valor das cotas, os FIIs estão pagando bons dividendos. Ao final de novembro, o IFIX registrava um dividend yield de 12 meses de 12%, segundo o BTG Pactual.

O segmento de FIIs que mais entregou no ano é o de recebíveis imobiliários. Esses fundos, chamados de “fundos de papel”, investem em títulos do mercado imobiliário, como CRIs (certificados de recebíveis imobiliários) e LCIs (Letras de Crédito Imobiliário).

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