Para Ministério da Fazenda reforma tributária é essencial para o crescimento brasileiro

Foto: Divulgação

A reforma tributária é peça essencial para a retomada do crescimento brasileiro, afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “A reforma das reformas é a tributária”, disse a jornalistas, em Davos, na Suíça, onde participa das reuniões do Fórum Econômico Mundial. O ministro cumpriu nesta segunda uma agenda de reuniões com o chefe do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Achim Steiner; e com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Ilan Godfajn.

Ele também destacou a importância da reforma do crédito e da construção de um novo arcabouço fiscal, mas ressaltou que a reforma tributária é questão prioritária. Para o ministro, essa é uma discussão já amadurecida no Congresso Nacional e entre os diversos segmentos da sociedade. A ideia, segundo ele, é construir uma mudança neutra, transparente e capaz de distribuir a carga tributária de maneira mais justa.

O ministro explicou que a proposta de reforma tributária proposta pelo governo – e já em tramitação no Congresso – foi capitaneada por Bernardo Appy, que agora vai encaminhar o debate no posto de secretário especial para a Reforma Tributária do Ministério da Fazenda.

Ao lembrar que a reforma não deverá provocar aumento de impostos, Haddad salientou que haverá um prazo de transição “para fazer a calibragem”, de forma que o impacto final seja neutro. “Se a reforma não for neutra, alguém vai perder, e a gente quer que todos ganhem”, pontuou.

O ministro da Fazenda alertou que o governo também concentrará esforços para melhorar o cenário de crédito no país e afirmou que o governo trabalhará ao lado do Congresso Nacional e do Banco Central para solucionar esse problema. Ele apontou que há, hoje, 70 milhões de brasileiros com os CPFs negativados, e, por isso, sem acesso a crédito.

Fernando Haddad falou ainda que todas as propostas que estão sendo encaminhadas pelo governo focam em um objetivo principal: permitir que o Brasil volte a crescer. “A economia não cresce há dez anos”, reforçou.

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