Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

Quem tem medo de uma concertação social? – Por Eduardo Pragmácio Filho

Foto:( Linkedin)
Getting your Trinity Audio player ready...

O novo governo brasileiro, iniciado em 2023, tem total capacidade de empreender uma concertação social, tripartite, envolvendo Confederações patronais, Centrais Sindicais e o próprio governo. Cada ator social tem um legítimo interesse a ser protegido.

Já houve algumas experiências de tentativa de concertação na história brasileira, a exemplo da redemocratização na década de oitenta, no governo Sarney, o que culminou com a Assembleia Nacional Constituinte, assim como no primeiro governo Lula, em 2003, com a criação do Fórum Nacional do Trabalho.

Apesar do advento da reforma trabalhista de 2017, que trouxe significativas alterações na organização sindical e no papel da negociação coletiva, ainda subsiste no Brasil uma estrutura sindical arcaica e corporativista, contrária à liberdade sindical.

É necessário aproveitar este primeiro momento de um novo governo, para empreender uma verdadeira e profunda reforma sindical, valorizando os entes com legítima representatividade, adotando-se ao final a verdadeira liberdade e autonomia sindicais, pregadas pela OIT desde 1948. Afinal, democracia e sindicalismo são binômios.

Neste sentido, uma nova e ampla arena de debates, de pacto social, em nível de concertação, envolvendo os principais atores sociais, mas sem se esquecer daqueles que não têm acesso direto à mesa: os informais, os excluídos, os invisíveis, os micro empreendedores etc.

Temas como renda universal básica, formação profissional, envelhecimento da população e pacto intergeracional, proteção previdenciária e tantos outros devem ser debatidos, exauridos e concertados.

A representação de empresários e trabalhadores e governo, todos juntos devem firmar um grande pacto social, esforçarem-se para construir uma sociedade justa e solidária, valorizando a livre iniciativa, a dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais. O primeiro passo precisa ser dado. O negociado não é caro. Quem tem medo de uma concertação social?

Artigo de Opnião – Por Eduardo Pragmácio Filho é Doutor em direito do trabalho

O conteúdo não reflete, necessariamente, a opinião do ENB.

FacebookInstagramLinkedInYouTubeWebsite
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco