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Lucro recorrente do BNDES cai para R$ 1,7 bi no 1º tri de 2023

(Foto: Reprodução BNDES)

No primeiro trimestre de 2023, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) reportou um lucro líquido recorrente de R$ 1,7 bilhões. Este cálculo exclui eventos atípicos como resultados de alienações de ativos, provisão para risco de crédito, e receitas oriundas de dividendos e Juros Sobre Capital Próprio (JCP).

Comparativamente, no mesmo período do ano anterior, o BNDES registrou um lucro recorrente de R$ 2,3 bilhões. A queda no lucro é atribuída ao menor saldo médio de Tesouraria, causado principalmente pelas liquidações antecipadas de dívidas com o Tesouro Nacional realizadas no último trimestre de 2022.

Nesta terça-feira, 16/05, os diretores do BNDES, Alexandre Abreu e Nelson Barbosa, compartilharam esses números em uma coletiva de imprensa realizada em São Paulo.

O lucro líquido no primeiro trimestre de 2023 totalizou R$ 4 bilhões, um resultado que foi influenciado pelas receitas de dividendos/JCP de R$ 2,4 bilhões – grande parte provenientes da Petrobras – e pela reversão líquida de R$ 700 milhões de créditos provisionados em períodos anteriores.

Os ativos totais do Sistema BNDES em 31 de março de 2023 foram de R$ 685,8 bilhões, um aumento de R$ 2 bilhões (0,3%) em relação a 31 de dezembro de 2022.

A carteira de crédito e repasses do BNDES em 31 de março de 2023 totalizou R$ 468,1 bilhões, representando 68,3% dos ativos totais. Esta estabilidade também se refletiu na carteira de crédito expandida (incluindo debêntures), que alcançou R$ 479 bilhões.

A inadimplência (+90 dias) manteve-se em níveis baixos, oscilando de 0,13% em 31 de dezembro de 2022 para 0,06% em 31 de março de 2023, um valor inferior à inadimplência média do Sistema Financeiro Nacional.

A principal fonte de recursos do BNDES em 31 de março de 2023 foram o FAT e o Tesouro Nacional, representando 58% e 7,1% respectivamente.

No quesito prudência, o Índice de Basileia do BNDES permaneceu confortável, oscilando de 34,6% em dezembro de 2022 para 33,1% em março de 2023, um valor bem acima dos 10,5% exigidos pelo Banco Central.

Nesse cenário, o BNDES continua a desempenhar um papel crucial no desenvolvimento econômico e social do Brasil, apesar dos desafios apresentados pelas variações econômicas.

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