Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

TSE cassa mandato de Deltan Dallagnol por unanimidade, invalidando sua candidatura

Getting your Trinity Audio player ready...

Ex-procurador pode recorrer ao STF, mas perde o mandato imediatamente.

Nesta terça-feira (16), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou por unanimidade o mandato do ex-procurador Deltan Dallagnol (Podemos-PR). A decisão de 7 a 0 invalidou o registro de candidatura de Dallagnol, levando à perda imediata de seu mandato na Câmara. O ex-promotor ainda

Entenda o caso

A ação foi movida pela federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) no Paraná e pelo PMN, chegando ao TSE no final de janeiro. O relator na corte, ministro Benedito Gonçalves, argumentou que Dallagnol teria agido para fraudar a lei, burlando a incidência da inelegibilidade. O ex-procurador pediu exoneração em 3 de novembro de 2021, impedindo que 15 procedimentos administrativos em trâmite no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) gerassem processos disciplinares e, consequentemente, a inelegibilidade.

Os votos recebidos por Deltan Dallagnol serão computados ao seu partido, Podemos-PR. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná deverá executar a decisão imediatamente.

Dallagnol foi eleito deputado mais votado do Paraná nas eleições de 2022, com 344.917 votos. No entanto, a Corte indeferiu seu registro de candidatura, o que resultou na perda do mandato. Os ministros do TSE seguiram o voto do relator, ministro Benedito Gonçalves, que afirmou que Dallagnol fraudou a lei ao pedir exoneração do cargo de procurador da República, tendo pendentes procedimentos disciplinares que poderiam enquadrá-lo na Lei da Ficha Limpa e torná-lo inelegível.

A análise do caso e recursos no tribunal terminou em dezembro de 2022, após a candidatura de Dallagnol ter sido rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). Os ministros da Corte Eleitoral analisaram recursos apresentados pela federação Brasil da Esperança no Paraná e pelo PMN, que questionavam a regularidade do registro. Dallagnol foi considerado inelegível devido a uma condenação do Tribunal de Contas da União (TCU) por gastos com diárias e passagens de outros procuradores da Lava Jato, e pelo fato de ter pedido exoneração do Ministério Público Federal enquanto pendentes 15 procedimentos administrativos no CNMP.

FacebookInstagramLinkedIn
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash