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Câmara aprova Agência de Desenvolvimento da Economia do Mar de Fortaleza

Crédito: Érika Fonseca/Câmara Municipal de Fortaleza

Na quinta-feira (01/06), a Câmara Municipal aprovou a redação final do projeto de lei que cria a Agência de Desenvolvimento da Economia do Mar da Capital (Ademfor). O projeto de lei segue agora para sanção do prefeito José Sarto (PDT).

O órgão irá desenhar uma política articulada das diversas ações já desenvolvidas no litoral da Cidade, para otimizar resultados e traçar novas estratégias que potencializem todas as oportunidades e usos que os 34 quilômetros de praia oferecem a Fortaleza.

Com o novo órgão, a capital cearense se alinha à vanguarda mundial que já adota a Economia do Mar como política pública e confirma seu posicionamento como Cidade Inteligente. No Brasil, há ações nesse sentido em Florianópolis e Rio de Janeiro.

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O Presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Gardel Rolim (PDT) destacou a importância da nova legislação, ressaltando ser uma iniciativa muito importante para o desenvolvimento econômico da cidade. “Precisa ser celebrado é a importância da gente reconhecer que o mar é um ativo importante para Fortaleza e que a gente precisa olhar para ele. Extrair do mar, da orla que nós temos o que há de melhor”.

No entanto, existe uma preocupação principalmente com relação às comunidades que existem na orla da capital cearense. Segundo a Vereadora Adriana Gerônimo, do mandato coletivo Nossa Cara (Psol), destaca alguns pontos negativos na criação da Agência.

“Essa Agência vai prever o que eles chamam de ordenamento urbano de toda a faixa da da praia e isso deixa a gente um pouco preocupado porque quando a gente fala da praia, não é só mar e areia. Existem comunidades periféricas, comunidades pesqueiras, da população mais tradicional e antiga da nossa cidade”, explica.

O foco da AdemFor é o uso criativo e sustentável dos recursos marinhos e de toda dinâmica ensejada pela orla como a presença de comunidades de pescadores artesanais, os esportes náuticos, os ecossistemas marinhos, o turismo, a indústria naval, as energias renováveis e a urbanização, respeitando as especificidades de cada trecho.

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