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Franquias aumentam faturamento no primeiro trimestre

Imagem: Associação Brasileira de Franchising (ABF)/Divulgação

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) anunciou nesta quinta-feira (01/06), Pesquisa Trimestral de Desempenho do Franchising referente ao primeiro trimestre deste ano. De janeiro a março, as franquias brasileiras faturaram R$ 50,854 bilhões, um crescimento nominal de 17,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os segmentos que puxaram esse resultado foram Hotelaria e Turismo (37,5%), Saúde, Beleza e Bem-Estar (27%) e Alimentação Food Service (21,2%).

De acordo com a pesquisa, na comparação com o primeiro trimestre de 2019, ano anterior à pandemia, o crescimento chega a 22,6%. No acumulado de 12 meses, a alta foi de 16,1%, a receita avançou de R$ 188,568 bilhões para R$ 218,962 bilhões.

Todos os segmentos analisados pela ABF cresceram no período, com destaque para Hotelaria e Turismo, que somou um crescimento de 37,5%. Saúde, Beleza e Bem-estar, com alta de 27%, e Alimentação Food Service, cuja receita cresceu 21,2%, vêm em seguida.

Nos três primeiros meses do ano, as redes de franquia tiveram um crescimento de 5% no número de unidades e fecharam cerca de 2,6%. O saldo é de 2,4% novas operações, enquanto no primeiro trimestre do ano passado, o número tinha sido 1,8%. Os repasses ficaram estáveis, com índice de 1% (no ano passado, foi 0,8%).

Um pouco mais da metade (52%) das operações está em pontos de rua (em 2022 eram 51,7%), e lojas em shopping centers correspondem a 22,2%, no ano passado eram 20%. Outros formatos também se destacaram, como supermercados/galerias (de 2,6% para 4,2%), terminais de transporte (de 0,9% para 2%), strip mall (de 0,4% para 1,7%) e virtual (de 0,8% para 2,7%).

As operações home-based, que vinham em um movimento crescente, caíram. De acordo com o levantamento, passaram de 14,8% para 10,1%. Franquias localizadas em pontos classificados como “outros”, como prédios comerciais, residenciais, postos de combustível e hospitais, entre outros, também tiveram contração, caindo de 8,7% para 5,2%.

O perfil de novos franqueados teve pouca variação em relação ao primeiro trimestre do ano passado. De 29% para 34,9%, empresário procurando novas oportunidades; de 17,8% para 17,9%, investidor; de 17,5% para 15%, como opção de carreira; de 16,3% para 13,2%, complemento de renda; de 16,6% para 12,7%, alternativa de ocupação; de 1,6% para 2,3%, aposentado; de 1,2% para 4%, outros.

O presidente da ABF, Tom Moreira Leite, frisa que esse é o crescimento mais expressivo para o primeiro trimestre do ano na história do setor, mas diz que a aprovação da reforma tributária se faz urgente para que o ambiente de negócios se torne mais robusto, com queda dos juros e condições mais favoráveis para que o setor cresça de maneira mais sustentável, gerando renda e empregos.

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