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Google implementa nova política para trabalho presencial e avaliação de desempenho dos funcionários

O Google está implementando uma nova política para incentivar o retorno ao trabalho presencial, levando em conta a frequência no escritório nas avaliações de desempenho dos funcionários e até mesmo enviando lembretes em casos de ausências frequentes.

Segundo o jornal The Wall Street Journal, a Alphabet, empresa controladora do Google, também permitirá solicitações para trabalhar remotamente em tempo integral apenas em circunstâncias excepcionais.

A maioria dos funcionários do Google já segue a política de trabalho híbrido, que exige cerca de três dias de trabalho presencial por semana, de acordo com um e-mail da diretora de pessoal, Fiona Cicconi, obtido pelo jornal. A mensagem anunciando as mudanças foi enviada na quarta-feira (7).

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Fiona afirmou que a empresa ouviu dos colaboradores, chamados de “Googlers”, que aqueles que passam pelo menos três dias por semana no escritório se sentem mais conectados com os colegas. Para ela, “não há dúvida de que trabalhar juntos na mesma sala faz uma diferença positiva”.

No entanto, nesta semana os funcionários não puderam ir aos escritórios do Canadá e da costa leste dos EUA devido à fumaça proveniente de centenas de incêndios florestais na região.

Desde 2021, o Google tem se esforçado para retomar o trabalho presencial, seguindo o exemplo de outras grandes empresas como Amazon, Walt Disney e Apple. A Tesla, inclusive, chegou a exigir que os funcionários retornassem ao escritório ou deixassem a empresa. Elon Musk, CEO da Tesla, afirmou em um e-mail em junho: “Se você não aparecer, vamos supor que se demitiu”, estabelecendo uma carga horária mínima de 40 horas por semana no escritório.

No entanto, muitos profissionais têm resistido a essas medidas, inclusive no Brasil. Um levantamento realizado pela Mercer Brasil em novembro do ano passado revelou que 76% das empresas ainda têm preocupações quanto à perda de produtividade no trabalho híbrido ou totalmente remoto. A pesquisa também indicou que 7 em cada 10 funcionários preferem manter o modelo de trabalho híbrido.

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