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China e Rússia firmam parceria bilionária para exploração de lítio na Bolívia

Descubra os detalhes da parceria bilionária entre China e Rússia para a exploração de lítio na Bolívia, com implicações geopolíticas e a importância desse mineral para baterias e armazenamento de energia.
Imagem: Freepik
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A China e a Rússia uniram forças em uma aliança estratégica para fechar dois contratos bilionários voltados à exploração de lítio na Bolívia. O país sul-americano abriga a maior reserva desse mineral no mundo, ainda em grande parte não extraída.

Em um investimento conjunto, a estatal de energia nuclear russa Rosatom e a empresa privada chinesa Citic Cuoan Group destinarão US$ 1,4 bilhão (R$ 6,8 bilhões) para a produção anual de 100 mil toneladas de carbonato de lítio a partir de 2025.

Essa parceria se soma ao acordo anterior firmado pela fabricante chinesa de baterias CATL, que investiu US$ 1 bilhão (R$ 4,9 bilhões) para produzir 25 mil toneladas de carbonato de lítio por ano na Bolívia. Em ambos os casos, a estatal boliviana faz parte da colaboração com os investidores estrangeiros.

O lítio desempenha um papel fundamental na transição energética, sendo matéria-prima essencial nas baterias de íon-lítio utilizadas em veículos elétricos e no armazenamento de energia em outros sistemas. A China, que produz cerca de três quartos das baterias de íon-lítio do mundo, busca expandir sua produção local de suprimentos por meio de parcerias com países latino-americanos.

Essa busca por lítio na América Latina tem se tornado uma nova frente no duelo geopolítico entre as potências globais. Enquanto a China estabelece parcerias na região, os Estados Unidos estão buscando formar uma cadeia de abastecimento mineral própria para suas empresas, a fim de reduzir sua dependência.

O “Triângulo do Lítio”, composto por Bolívia, Chile e Argentina, concentra 61% das reservas minerais globais. Apesar disso, a Austrália liderou o mercado de produção no ano passado, seguida pelo Chile e China. O controle desses recursos estratégicos tem implicações significativas no cenário geopolítico atual, e a disputa pelo lítio continua evoluindo.

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