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Itália propõe proibição da produção e venda de carne artificial

Itália propõe lei para proibir alimentos sintéticos. Organizações reagem, defendendo a carne artificial como solução sustentável e ética.
(Foto: Mali maeder/Pexels)

Na última terça-feira (28/07), a Itália surpreendeu ao divulgar um projeto de lei que visa proibir a produção e comercialização de alimentos sintéticos, incluindo a carne artificial. A medida, justificada como preventiva pelo Ministro da Saúde, Orazio Schillaci, desencadeou críticas de organizações defensoras do meio ambiente e dos direitos animais, que enxergam no produto uma solução ética e sustentável.

Produção de Carne Artificial: Um Processo Complexo

Segundo relatos da Deutsche Welle, a lei tem como principal alvo a carne sintética, produzida em laboratório a partir de células-tronco de animais. Além disso, a legislação busca regular também a produção de ração animal sintética. Para essa produção, células são obtidas através de biópsias e cultivadas em um ambiente nutricional até formarem tecido muscular. Porém, a técnica apresenta desafios significativos, como a necessidade de um meio de cultura sem o uso de soro fetal bovino e de um ambiente esterilizado para evitar o uso de antibióticos.

Reações Diante do Projeto

Apesar de a data de votação no Parlamento italiano ainda ser incerta, o projeto já suscitou debate. Defensores da carne artificial alegam sua sustentabilidade e ética comparada à produção tradicional de carne. O ministro Schillaci, por sua vez, defende a proibição, citando a ausência de evidências científicas conclusivas sobre a segurança desses alimentos.

Implicações Legais e Possíveis Sanções

A proposta italiana visa banir produtos para consumo humano ou animal que sejam produzidos a partir de culturas celulares ou tecidos de animais vertebrados. As penalidades propostas para os infratores incluem multas de 10 a 60 mil euros, além de apreensão de produtos e fechamento de instalações de produção.

Com o avanço da tecnologia de alimentos sintéticos, mais debates acerca dos possíveis benefícios e riscos desses produtos são esperados. O caso italiano pode ser o pontapé inicial para uma discussão mais abrangente sobre a regulamentação desses novos alimentos. Enquanto isso, empresas e consumidores globais aguardam a decisão do Parlamento italiano.

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