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Mercado Financeiro Hoje: Dólar em queda, ações em destaque e Ibovespa sobe

Veja o panorama do mercado financeiro na última sexta-feira (28). Dólar fecha em queda, Ibovespa em alta e saiba as ações em destaque.
Notas de dólar jogadas sobre a mesa
Reprodução: Internet
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No mercado financeiro hoje, o dólar comercial encerrou nesta sexta-feira (28) em queda de 0,59%, cotado a R$ 4,731. Ao longo da semana, a moeda norte-americana acumulou queda de 1,04%, desde sexta-feira (21). Outras moedas também mostraram variações importantes: a Libra caiu 0,16%, negociada a R$ 6,080, enquanto o Peso Argentino teve queda de 0,81%, cotado a R$ 0,017. Por outro lado, o Bitcoin teve uma leve alta de 0,46%, avaliado em R$ 139.992,344.

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), fechou em alta de 0,16%, aos 120.187,11 pontos. As ações em destaque foram: PETR4.SA (+0,99%, R$ 29,68), VALE3.SA (-3,88%, R$ 67,69), ITUB4.SA (+1,24%, R$ 28,47), e BBDC4.SA (+1,04%, R$ 16,50).

As ações com maiores altas foram: CASH3.SA (+8,1%, R$ 9,61), BRFS3.SA (+6,88%, R$ 9,17), YDUQ3.SA (+4,62%, R$ 21,50), MRFG3.SA (+4,11%, R$ 7,09) e COGN3.SA (+2,75%, R$ 3,36). As ações com maiores baixas foram: USIM5.SA (-4,81%, R$ 7,13), VALE3.SA (-3,88%, R$ 67,69), PCAR3.SA (-3,83%, R$ 20,58), BRAP4.SA (-3,2%, R$ 23,02) e ASAI3.SA (-2,96%, R$ 13,10).

As ações mais negociadas foram: MGLU3.SA (-0,32%, R$ 3,16), ASAI3.SA (-2,96%, R$ 13,10), HAPV3.SA (+1,98%, R$ 4,63), VALE3.SA (-3,88%, R$ 67,69) e PETR4.SA (+0,99%, R$ 29,68).

No que tange à dívida pública, a dívida pública bruta do Brasil como proporção do PIB ficou em 73,6% em junho, mesmo patamar do mês anterior, informou o Banco Central. O setor público consolidado registrou um déficit primário de R$ 48,899 bilhões, acima da expectativa de economistas consultados pela agência Reuters, que esperavam um rombo de R$ 42,75 bilhões.

Além disso, a agência de classificação de risco DBRS elevou a nota de crédito do Brasil, citando avanços na agenda de reformas, declínio dos riscos fiscais, perspectiva de reformas e melhora dos resultados primários nas contas públicas. Essa elevação segue o movimento da agência Fitch, e reforça a expectativa para a queda da Selic na próxima quarta-feira (2).

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu cortes na taxa de juros do país. Para ele, o cenário está favorável para a economia brasileira, pedindo um alinhamento entre as políticas fiscal e monetária.

Por fim, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) desacelerou sua queda a 0,72% em julho, após recuo de 1,93% no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Isso levou a taxa em 12 meses a uma queda de 7,72%, renovando um recorde de deflação da série histórica.

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