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FIERN e empresas associadas criam o primeiro Cluster Tecnológico Naval do Rio Grande do Norte

FIERN e empresas associadas inauguram o primeiro Cluster Tecnológico Naval do Rio Grande do Norte, visando aprimorar a economia marítima do estado e trazer crescimento regional.
Foto: Divulgação FIERN
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Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento das atividades relacionadas à economia do mar no Rio Grande do Norte, a Federação das Indústrias do Estado (FIERN) criou o Cluster Tecnológico Naval do RN – o primeiro da região Nordeste e o terceiro do país. Em junho, a Associação do Cluster Tecnológico Naval do Rio Grande do Norte (ACTN-RN), formada pela FIERN, SENAI-RN, Coopesbra, 3R Petroleum, Intermarítima Portos & Logística e Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), da Marinha, deu início às atividades de planejamento das ações que serão realizadas no segundo semestre deste ano.

Os representantes das entidades e empresas fundadoras da associação, que visa pensar, debater e trabalhar conjuntamente estratégias e ações para a economia do mar do estado, compareceram ao encontro no último dia 19 de junho, na Casa da Indústria, onde se debateu o cronograma de ações para o segundo semestre de 2023.

“Tivemos o marco de início dos trabalhos do Cluster Tecnológico Naval do RN e vamos ter a oportunidade de entregar um planejamento para o que acontecerá nos próximos anos”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), Amaro Sales de Araújo. O cluster foi fundado em 14 de dezembro do ano passado, na Casa da Indústria, sede da Federação, em reunião presidida por Sales.

O presidente da FIERN destaca que o Cluster traz a esperança de alavancar as soluções para desafios de diversas abrangências no âmbito da economia do mar. “Temos, na ACTN-RN, sócios como a 3R Petroleum, que está ligada ao petróleo e gás, a Intermarítima ligada à logística portuária, a Emgepron ligada à defesa da soberania nacional, o SENAI-RN como protagonista no desenvolvimento de tecnologia, inovação e capacitação técnica, bem como a Coopebras que traz assuntos referentes à pesca oceânica”, pontuou.

“Isso demonstra que o Sistema FIERN está preocupado não apenas com a indústria potiguar, mas com toda a região Nordeste, trazendo equipamentos que beneficiem a competitividade e desenvolvimento em setores importantes da indústria e economia”, completa Amaro.

O diretor primeiro tesoureiro e presidente eleito da FIERN para o mandato com início em outubro deste ano, Roberto Serquiz, aponta que a aprovação da proposta de trabalho vai abrir oportunidades para a associação.

“O encontro foi o pontapé inicial dos trabalhos do Cluster, um instrumento que vai proporcionar uma abertura de oportunidades para nosso estado a partir da economia do mar. Validamos a proposta de trabalho, que inicia com a conversa com cada ator que compõe a associação e, a partir disso, poderemos definir as prioridades para a atuação”, mencionou Serquiz.

De acordo com o Vice-Almirante Edésio Teixeira, consultor técnico da Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgeprom), da Marinha do Brasil, o cluster é um ecossistema onde empresas de diversos matizes podem cooperar e competir para impulsionar o desenvolvimento. “Há um grande movimento internacional para dinamizar a economia do mar. Então, ao olharmos a situação geoeconômica no contexto dos grandes acontecimentos ligados ao mar, naturalmente surge uma vocação de desenvolvimento. Um exemplo claro são as energias renováveis”, destacou.

Para o diretor do Departamento Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI-RN), Rodrigo Diniz de Mello, o Cluster “será uma ferramenta para organizar e animar o processo das atividades da economia do mar”.

Gabriel Calzavara, presidente da Cooperativa de Produção e Serviços da Cadeia Produtiva da Pesca e da Aquicultura do Brasil (Coopesbra) e do Sindicato das Indústrias de Pesca do RN (Sindipesca-RN), enfatiza o papel do Cluster de coordenar as ações dos diversos atores e das diversas atividades que utilizam o mar como espaço de negócio. “Hoje, há um desordenamento desses processos, então queremos justamente pensar como atuar de uma maneira estratégica dentro desse espaço. A partir do momento em que identificamos o que há de atividades e como integrar os atores, podemos estruturar e otimizar as ações”, frisou.

O gerente executivo de Midstream, Downstream e Nearshore da 3R Petroleum, José Marcusso, diz que diversas vocações que o Rio Grande do Norte possui estarão em debate no Cluster. “Serão muitas oportunidades a serem desenvolvidas. A 3R Petroleum recentemente concluiu a aquisição do Polo Potiguar e incrementou muito suas operações no Rio Grande do Norte, o que de alguma forma está integrado a esse esforço da associação”, comentou.

Já o diretor-presidente da Intermarítima Portos & Logística, Roberto Zitelman, ressalta a capacidade da ACTN-RN de impulsionar diversos setores. “O Cluster pode alavancar muito as cadeias produtivas da eólica, da pesca e portuária, consequentemente trazendo desenvolvimento e empregos para o estado. Vejo com muito bons olhos e estamos engajados em fazer isso acontecer”, declarou.

“Gostaria de parabenizar a FIERN pela iniciativa de unir grandes empresas ligadas à Economia do Mar neste Cluster. O Rio Grande do Norte tem um potencial muito grande e uma importância geográfica muito importante e isso precisa ser aproveitado”, conclui Zitelman.

Também participaram da reunião Larissa Dantas, gerente de Relacionamento Institucional RN da 3R Petroleum; Almirante Elis Öberg, consultor da Emgeprom; Vice-Almirante Flávio Brasil, diretor técnico-comercial da Emgeprom; Vice-Almirante Reis Leite, comandante do 3º Distrito Naval da Marinha do Brasil; Capitão de Mar e Guerra Marco Veppo, assessor de relações institucionais do 3º Distrito Naval; Capitão de Mar e Guerra Alan Kardec, responsável pelos Assuntos Marítimos do 3º Distrito Naval; Paulo César Fernandes, presidente da SOAMAR Natal; Juliano Martins, superintendente do SESI-RN; Juan Saavedra, superintendente do IEL-RN; Gláucio Wanderley, superintendente corporativo da FIERN; José Bezerra Marinho, coordenador do Observatório MAIS RN; Pedro Albuquerque, gerente técnico do Observatório MAIS RN; e João Lucas Dias, economista do Observatório MAIS RN.

Cronograma

O consultor executivo da ACTN-RN, Daniel Lana, apresentou a proposta do cronograma de trabalhos para os próximos meses, que foi aprovada pelo corpo de sócios do Cluster. O calendário envolve ações que vão desde a definição de identidade visual até a apresentação do planejamento completo para o ano de 2024.

“Queremos chegar a uma grande agenda de governança, que é a chave-mestra para que possamos chegar a uma agenda comum de proposições. Essa agenda é política, econômica, social, industrial, ambiental e institucional, são seis grandes vetores que devem alicerçar os trabalhos da associação”, destacou Daniel.

Cluster Naval do RN

Diante da necessidade de pensar e atuar estrategicamente nas ações que utilizam o mar direta ou indiretamente, surge no Rio Grande do Norte o Cluster Tecnológico Naval do RN, uma associação que reúne entidades representativas, empresas públicas e privadas, instituições acadêmicas e órgãos públicos ligados à Economia do Mar no Rio Grande do Norte para otimizar o desenvolvimento dos setores que a compõem.

A economia do mar é um conceito que envolve as atividades econômicas que apresentam influência direta do mar, incluindo aquelas que não têm o mar como matéria-prima, mas que são realizadas nas adjacências marítimas.

O Cluster do RN foi deflagrado ainda em maio de 2022, a partir da iniciativa do Sistema FIERN e da Emgeprom, da Marinha – principal referência em engenharia naval estratégica no Brasil, e fundado oficialmente em 14 de dezembro de 2022, sendo o terceiro a existir no Brasil e o primeiro na região Nordeste. A expectativa é que o Cluster Naval do RN atue de forma a aproveitar as características que o estado possui de forma a fortalecer investimentos, políticas públicas, legislações e todas as questões e tomadas de decisão que envolvam Economia do Mar.

Atualmente, são sócios da ACTN-RN a FIERN, o SENAI-RN, a Emgeprom, a Coopebras, a 3R Petroleum e a Intermarítima Portos & Logística.

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