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Redução de juros no crédito imobiliário: possível apenas em 2024

Este projeto marca o início da expansão da startup no México, prevista para 2022.
(Foto: Pexels)
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A perspectiva de redução dos juros no crédito imobiliário, que recentemente retornaram a níveis de dois dígitos, pode não se concretizar antes de 2024, segundo informações fornecidas pelos próprios bancos. O ciclo de cortes da taxa Selic, embora importante, não é o único fator que influenciará essa decisão. A recuperação contínua da economia brasileira, o aumento da renda e do emprego, e a estabilização dos depósitos na poupança, principal fonte de recursos para empréstimos imobiliários, são considerados pré-requisitos para qualquer mudança significativa.

A vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Inês Magalhães, destacou durante o Abecip Summit, evento organizado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que a redução das taxas não está nos planos no momento. O cenário atual é influenciado pela situação das cadernetas de poupança, que tiveram uma perda de R$ 173 bilhões desde o ano passado devido a saques superiores aos depósitos.

As instituições bancárias precisaram buscar alternativas para obter recursos destinados a financiamentos imobiliários, uma vez que a poupança teve sua participação diminuída no financiamento total do setor, caindo de 46% em 2021 para 36% em 2023. A letra de crédito imobiliário (LCI), a letra imobiliária garantida (LIG) e os certificados de recebíveis (CRI) passaram a ser utilizados, porém, essas fontes alternativas têm custo associado ao CDI, enquanto a poupança atualmente rende 6,17% mais Taxa Referencial (TR).

Representantes do setor bancário expressaram que não enxergam espaço para redução de juros no crédito imobiliário neste ano. O diretor de negócios imobiliários do Santander, Sandro Gamba, afirmou que, com as informações disponíveis, não vê condições para isso. O Bradesco compartilha dessa visão, indicando que não planeja reduzir as taxas no primeiro semestre. O diretor de produtos de crédito imobiliário do Itaú Unibanco, Rodrigo Penteado, enfatizou que a composição do mix de captação será determinante para a velocidade da queda das taxas, pois a captação atrelada ao CDI ainda é predominante.

No geral, a expectativa é de que a redução dos juros no crédito imobiliário seja uma possibilidade considerável apenas a partir do próximo ano, dependendo do contexto econômico, dos depósitos na poupança e das condições globais do mercado financeiro.

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