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Fundos Imobiliários terão alta de acordo com indicativos

(Foto: Kaique Rocha/Pexels)

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX), referência na avaliação da performance dos FIIs na B3, registrou um avanço de quase 12% ao longo deste ano até o fechamento de 03 de agosto. Esse período de quatro meses consecutivos de valorização tem sido marcado por expectativas em torno do início do ciclo de afrouxamento monetário, culminando na decisão do Banco Central (BC) em agosto.

A magnitude do corte na taxa de juros, que levou a Selic a 13,25% ao ano, e a sinalização clara de que mais reduções estão por vir, têm estimulado um apetite renovado por risco. Isso se traduz em um fluxo crescente de recursos para a Renda Variável (RV) e impulsiona a recuperação econômica e de ativos imobiliários. Este cenário aponta para a contínua trajetória positiva dos FIIs negociados na B3.

O ambiente econômico atual também sugere mudanças nas alocações de portfólio, já que a Renda Fixa (RF) tende a perder atratividade à medida que a taxa Selic continua a diminuir. Diante disso, os FIIs podem colher benefícios duplos: uma maior atração de recursos para a RV e um cenário de crescimento econômico estimulado pela redução das taxas.

Henrique Leão, economista-chefe da Trinus.Co, empresa de serviços financeiros e imobiliários com destaque para a gestora de FIIs TG Core Asset, ressalta que o cenário otimista é fortalecido por fatores como as articulações em torno da reforma tributária e do novo arcabouço fiscal, além da manutenção da meta de inflação. A comunicação convergente entre o presidente do BC, Campos Neto, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também traz confiança.

Apesar de parte do potencial de alta já ter sido antecipado pelos FIIs e outros ativos de Renda Variável diante da perspectiva de corte da Selic, Henrique Leão prevê a continuidade desse movimento. Ele destaca os fundos de tijolo, especialmente aqueles voltados para o desenvolvimento residencial, como principais beneficiados.

O executivo ressalta que além da valorização das cotas na B3, é importante lembrar que esses FIIs podem vivenciar uma valorização adicional dos ativos subjacentes, ou seja, dos imóveis que compõem os produtos. Isso especialmente em um contexto de crescimento econômico. Os FIIs de Desenvolvimento Imobiliário voltados para o segmento residencial se destacam nesse cenário promissor.

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