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Recuperações judiciais em julho: aumento de 82,1% comparado ao ano passado

Em julho de 2023, as recuperações judiciais aumentaram 82,1% em relação ao ano anterior. A inadimplência dos clientes é uma causa-chave.

Em julho de 2023, as empresas brasileiras registraram 102 pedidos de recuperações judiciais, evidenciando um crescimento de 10,9% em relação ao mês anterior. Esta marca representa um salto significativo de 82,1% comparado ao mesmo período de 2022. Este foi o terceiro maior número registrado no ano, superado apenas pelos meses de maio e fevereiro.

Um dos fatores que têm pressionado as finanças das empresas é a inadimplência de seus próprios clientes. Quando os clientes não cumprem seus compromissos financeiros, as empresas enfrentam dificuldades para honrar suas próprias obrigações.

Metodologia e Dados Relevantes

A pesquisa foi realizada pelo Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações Judiciais. Esta análise é feita através do levantamento mensal de falências requeridas, decretadas, recuperações judiciais e extrajudiciais registradas na base de dados da Serasa Experian. Essas informações são coletadas de fóruns, varas de falências, Diários Oficiais e da Justiça dos estados.

Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, comenta: “Os pedidos de recuperações judiciais são um resultado do número das empresas que acumularam uma quantidade significativa de dívidas atrasadas, chegando à beira da insolvência. Para aqueles CNPJs que precisam evitar essa situação, é importante tentar o quanto antes a reestruturação financeira, baseada em negociação de débitos com os credores e formas de gerar mais receita para arcar com os compromissos financeiros”

Dentre os pedidos, as “Micro e Pequenas Empresas” lideraram com 62 requerimentos. No panorama por setores, as empresas de “Serviço” encabeçaram a lista com 41 pedidos, seguidas pelo “Comércio” com 38, “Indústria” com 20 e “Primário” com apenas 1.

Aumento nos Pedidos de Falência

Julho também foi marcado por um aumento nos pedidos de falência. Foram registrados 114 pedidos, um aumento de 37,3% em relação a julho de 2022. “Micro e Pequenas Empresas” foram as mais afetadas com 55 solicitações, seguidas por “Média Empresa” com 33 e “Grande Empresa” com 26. Por setor, “Serviço” liderou com 44 pedidos, “Comércio” com 37 e “Indústria” com 33. O setor “Primário” não registrou solicitações no período.

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