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Grupo Casas Bahia: renúncia e desempenho de ações

O Grupo Casas Bahia (BHIA3) divulgou hoje(26) que recebeu a renúncia do Vice-Presidente Comercial e de Operações, Abel Ornelas Vieira. Essa notícia, embora não surpreendente, reflete as dificuldades enfrentadas pela empresa, tanto em termos operacionais quanto em seu balanço, de acordo com o JPMorgan.

Os analistas do banco americano liderados por Joseph Giordano destacam que, em geral, a saída de Ornelas não é inesperada. Por outro lado, observam que ele era o único executivo da empresa com vasta experiência no varejo, acumulando mais de 30 anos de atuação no setor. Renato Franklin, CEO da antiga Via, que assumiu o cargo no início do ano, veio da Movida (MOVI3), uma empresa de locação de carros.

Previsão da JPMorgan

O JPMorgan prevê que as ações do Grupo Casas Bahia continuem sob pressão, principalmente agora que um novo líder comercial provavelmente será nomeado em meio a um complexo processo de recuperação. No entanto, em uma entrevista ao Brazil Journal publicada hoje, Franklin afirmou que pretende ocupar a posição deixada por pelo menos um ano.

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O Grupo Casas Bahia tem enfrentado críticas do mercado em relação ao seu processo de reestruturação anunciado em agosto. Atualmente, o JPMorgan recomenda “underweight” para as ações (abaixo da média do mercado, equivalente a “venda”), com um preço-alvo de R$ 0,75, o que representa um potencial de alta de 25% em relação ao fechamento anterior.

No momento, as ações estão sendo negociadas a R$ 0,58, registrando uma queda de 3,33%. No acumulado do mês até a data de terça-feira, 26, os papéis acumularam uma queda de 53%. Na semana passada, a Via alterou seu nome para Grupo Casas Bahia como parte de sua recente reestruturação.

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