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Luis Alberto Moreno: oportunidades e riscos na América Latina

Luis Alberto Moreno, ex-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), expressou otimismo, mas também reconheceu desafios na trajetória da América Latina em meio a mudanças políticas e econômicas.
Foto: Divulgação

Luis Alberto Moreno, nesta terça-feira (26) durante a Fides Rio, expressou otimismo, mas também reconheceu desafios na trajetória da América Latina em meio a mudanças políticas e econômicas. O ex-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), alertou sobre a necessidade de vigilância em face de incertezas crescentes e eventos inesperados.

Ele identificou oportunidades na relocalização de plantas industriais na região, considerando-a uma resposta à redefinição da globalização. A pandemia revelou lacunas de insumos, criando novos negócios para seguradoras locais. Moreno destacou a importância da segurança energética e da quarta revolução industrial, alertando que a América Latina não deve ficar para trás na revolução digital, permanecendo dependente de produtos primários.

O baixo crescimento da região da América Latina é um fator de preocupação, diz ele, por ser insuficiente para gerar novos empregos e renda. “Não podemos continuar a conviver com uma taxa de crescimento tão ridícula”, disse ele. Segundo ele lembrou, a  CEPAL projeta uma expansão econômica anual abaixo de 2% em 2023 e 2024 para a região.

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Impasses geopolíticos

Luis Alberto mencionou a tensão geopolítica entre os EUA e a China como uma preocupação significativa, com implicações diplomáticas, comerciais e possivelmente militares. A guerra na Ucrânia aumentou as preocupações com a corrida armamentista na Europa.

Por fim, ele também observou a ascensão da Índia como a terceira maior economia global e ressaltou a necessidade de um crescimento econômico mais robusto na América Latina. Sendo assim, indicou oportunidades para seguradoras na proteção contra riscos climáticos e em projetos de infraestrutura. Além disso, pontuou que a migração demográfica e as desigualdades sociais foram mencionadas como desafios a serem enfrentados pelo mercado segurador na região.

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