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Senado aprova projeto Desenrola e limita juros do cartão e crédito

Aprofunde-se sobre o Programa Desenrola, projeto aprovado pelo Senado propõe renegociação de dívidas e teto aos juros de cartões de crédito.
Plenário do Senado Federal (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

Nesta segunda-feira (02/10), o Senado Federal, em uma sessão extraordinária e votação simbólica, aprovou o projeto de lei do Programa Desenrola, que tem como foco a renegociação de dívidas. Este projeto, que agora aguarda sanção presidencial, também limita os juros do rotativo e do parcelado do cartão de crédito.

Um Teto para os Juros e Novas Perspectivas para Devedores

A trajetória do projeto na Câmara dos Deputados foi marcada pela incorporação da Medida Provisória (MP) que cria um teto para os juros de modalidades do cartão. O intuito é aliviar os cidadãos que se encontram em uma espiral de dívidas, proporcionando uma perspectiva de quitação mais tangível e justa. A iniciativa se mostra coerente e alinhada com experiências internacionais, como a do Reino Unido, onde limites são impostos para evitar a agiotagem e proteger o consumidor.

A Sessão e a Aprovação do Projeto Desenrola

Conduzida pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a sessão foi realizada de forma híbrida, permitindo que os senadores registrassem presença virtualmente, assegurando assim o quórum mínimo. Uma ação necessária, visto que muitos parlamentares tendem a permanecer em suas bases eleitorais às segundas-feiras.

O texto, recebendo aval do relator do projeto, senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL), e do governo, foi aprovado sem alterações, mantendo-se fiel à versão oriunda da Câmara dos Deputados. Alterações ou emendas teriam demandado uma nova análise pelos deputados, o que poderia comprometer a validade do Desenrola.

Limites e Regulamentações: um Respiro para os Consumidores

Junto à proposta de renegociação das dívidas, o projeto de lei também se atenta à limitação dos juros do rotativo do cartão de crédito e do parcelado com juros. As taxas estão agora limitadas a um teto de 100% do valor da dívida, caso as instituições financeiras não apresentem uma proposta de autorregulação em 90 dias. Um limite que, embora dobre o valor original da dívida, se mostra inspirado em práticas de outros países, como citado anteriormente.

Entretanto, é importante salientar que o projeto aprovado não prevê o fim do parcelamento de compras no cartão de crédito sem juros. Uma prática que, apesar de apoiada pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), é apontada como uma das principais responsáveis pelas altas taxas do cartão de crédito, que chegaram a expressivos 445,7% ao ano em agosto, segundo dados do Banco Central.

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