Goldman Sachs otimista com Petrobras

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, reforça o compromisso da empresa com a Lei das Estatais e esclarece que a proposta de mudança nas regras de indicação da alta cúpula surgiu como demanda do Conselho de Administração.
(Foto: Divulgação)

O barril do petróleo brent para novembro caiu 11% nesta primeira semana de outubro, a pior desde março, mas após uma alta de cerca de 30% no terceiro trimestre de 2023, o que deve se refletir nos resultados do período do setor petroleiro. Com base nisso, o Goldman Sachs ajustou as suas projeções para o setor já de olho na temporada de balanços, apontando estar com uma visão bem acima do consenso do mercado para os números do período.

Cenário otimista

Para a Petrobras, o Goldman Sachs tem a projeção de um lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações 20% acima do consenso de mercado. A projeção é de um Ebitda de R$ 71,56 bilhões no 3T23, queda anual de 22%, mas avanço de 23% frente o segundo trimestre.

Além disso, espera que a estatal anuncie US$ 3,5 bilhões em dividendos junto com os resultados do 3T23. De acordo com a política atualizada de remuneração aos acionistas da empresa de distribuição de 45% de seu fluxo de caixa livre. Além disso, vê capacidade para um dividendo potencial de até US$ 7 bilhões com os números a serem apresentados no 4T23.

O banco mantém sua recomendação de compra e preferência para as ações de PRIO (PRIO3). Nesse sentido, a empresa apresenta um forte crescimento de produção no futuro, combinado a um valuation pouco exigente.

O Goldman vê a Petrobras também negociando com um valuation pouco esticado, tendo recomendação de compra também para o papel.

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