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CEO da CSN critica importação desenfreada de aço

CEO da CSN, Benjamin Steinbruch, expressa preocupação com excesso de importação e pede taxação equiparada ao padrão internacional

Teleconferência da CSN debate desequilíbrio no mercado de aço devido à importação excessiva, enquanto ações da empresa sobem 8,69%.
Foto: Pavel Chernonogov/Pexels

Na teleconferência de resultados do 3T23 da CSN (CSNA3), a empresa elaborou uma crítica sobre a entrada desenfreada de aço no Brasil. Dessa forma, foi destacada a necessidade de taxação equiparada ao padrão internacional. O CEO, Benjamin Steinbruch, ressaltou a falta de alinhamento com as práticas globais e pede ação governamental para evitar importações desordenadas, comprometendo a qualidade e segurança.

Apesar das críticas, as ações da CSN têm alta de 8,69%, atingindo R$ 13,63. A empresa prevê estabilidade nos preços e demanda de aço no 4T23, com tendência de queda nos produtos importados.

Durante a teleconferência, foi destaca a posição da empresa como a mais afetada pelo excesso de importação de aço no Brasil e aponta a necessidade de desonerar a economia. O CFO, Marcelo Ribeiro, comentou sobre a discussão entre dividendos e buyback, enfatizando a preferência por uma política de remuneração ao acionista com previsibilidade. Além disso, a empresa abordou a meta de alavancagem abaixo de 2 vezes até 2024.

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